Campinense 1 x 2 Guarani - 100% e líder isolado!
Com o resultado, o Guarani manteve o 100% de aproveitamento e se isolou na ponta, com nove pontos. Três a mais que Figueirense, Vasco, Duque de Caxias, Atlético-GO e Bragantino. Já os paraibanos acumularam a terceira derrota consecutiva e segue na penúltima posição, sem nada.
Campina Grande, PB, 19 (AFI) – O Guarani é o líder isolado do Campeonato Brasileiro da Série B. Mesmo sem apresentar um grande futebol, o time de Campinas bateu o Campinense, por 2 a 1, na noite desta terça-feira, no Estádio O Amigão, em Campina Grande, na abertura da terceira rodada da competição.
Eficiência bugrina
Como já era de se esperar, o Campinense, pressionado pelas duas derrotas seguidas, tomou a iniciativa do jogo e buscou mais o ataque, no começo. Apesar do domínio territorial, entretanto, a Raposa mostrou falta de qualidade no setor de criação e chegou com perigo apenas em bolas alçadas e chutes de longa distância.
E foi em uma finalização da intermediária, que os donos da casa criaram a primeira boa chance. Aos oito minutos, o zagueiro Charles arriscou de fora da área e saiu com perigo, rente à trave direita do goleiro Douglas. Aos poucos, no entanto, o Bugre passou a encaixar seus contragolpes.
Foi assim que, aos dez minutos, o meia Walter Minhoca perdeu a melhor oportunidade. Aos dez, Caíque fez boa jogada pela direita e rolou na marca do pênalti para o meio-campista, que bateu fraco nas mãos do goleiro Fabiano, que só teve o trabalho de encaixar a bola.
O cenário do jogo não se alterou nos lances seguintes o Bugre voltou a assustar em jogadas de velocidade. Aos 21, Caíque cruzou da esquerda e o atacante Ricardo Xavier cabeceou na rede pelo lado de fora. Três minutos depois, foi a vez de Walter Minhoca chutar, de fora da área, rente ao poste esquerda do adversário.
Na segunda metada da etapa, o jogo ficou lá e cá. A Raposa tentou pressionar, mas cedeu espaços para os contra-ataques. E foi através de uma jogadea de velocidade, que o Bugre abriu o placar. Aos 38, Maranhão escapou livre pela direita e cruzou na medida para Caíque, que só teve o trabalho de completar na pequena área.
Segura, Bugre!
Na volta do intervalo, o Guarani não deu tempo para o time mandante dar sinais de reação. Logo aos sete minutos, o clube paulista ampliou o marcador. Maranhão invadiu a área e foi derrubado pelo atacante Almir. Pênalti assinalado pelo árbitro Rogério Lima da Rocha. Na cobrança, aos sete, Ricardo Xavier bateu com frieza e marcou.
Depois do gol, porém, o Campinense cresceu em campo. Mesmo apresentando fragilidade em todos os setores, o time pressionou na base da disposição. O Bugre, por sua vez, encontrou uma verdadeira avenida pela frente nos contragolpes. A vitória poderia ter vindo com mais tranquilidade, não fosse a falta de pontaria dos homens de frente.
O time da casa diminuiu o placar aos 19 minutos. O Giuliano cobrou escanteio pelo lado direito e volante Tiago Saleti se antecipou na primeira trave para desviar de cabeça. A partir do gol, o jogo ficou aberto. A zaga bugrino cometeu algumas falhas preocupantes, que só não acabaram em gols por incompentência do adversário. Por outro lado, os campineiros perderam grandes chances nos contra-ataques.Ficha Técnica
Próximos jogos
No sábado (dia 30/05), às 16h10, o Campinense volta a campo para enfrentar o Ipatinga, no Estádio Ipatingão. Enquanto isso, o Guarani joga contra o Bragantino, um dia antes, às 21 horas, no Estádio Brinco de Ouro, em Campinas.
Campinense 1 x 2 Guarani
Local: Estádio O Amigão, em Campina Grande-PB
Árbitro: Rogério Lima da Rocha-SE
Cartões Amarelos: Walter Minhoca e Rodriguinho (Guarani); Almir, Giuliano, Emerson e Charles Wagner (Guarani)
Gols: Tiago Saleti aos 19’/2T (Campinense); Caíque aos 38’/1T e Ricardo Xavier aos 7’/2T (Guarani)
Campinense
Fabiano; Émerson, Márcio Giovanini e Charles; Thompson, Tiago Saleti, Júnior Maranhão (Tiago Cavalcanti), Giuliano e Jorginho Paulista (Leandro Fonseca); Edmundo e Almir (Jailton).
Técnico: Ferdinando Teixeira.
Guarani
Douglas; Maranhão, Dão, Bruno Aguiar e Andrezinho; Cleber Goiano, Luciano Santos, Rodriguinho (Glauber) e Walter Minhoca (Fabinho); Caíque e Ricardo Xavier (Marquinhos).
Técnico: Vadão.





































































































































