Bugrinos e pontepretanos apontam erros de seus clubes

Ponte Preta enfrenta problemas de má gestão no futebol

Bugrinos e pontepretanos apontam erros de seus clubes

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A pluralidade da coluna proporciona efervescência nas discussões de pontepretanos e bugrinos, com flechadas também pro meu lado também.

Após ter informado ao parceiro bugrino Zé Roberto ‘centas’ vezes que o time que torço é o Jornalismo Futebol Clube, precisei repetir isso dias atrás.

A bronca foi motivada por ter escolhido comentário sobre o jogo da Ponte contra o Juventude, em horário simultâneo ao de Guarani x Paysandu.

Critério para escolha: maior número de pontepretanos participantes na seção de comentários.

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Tito, bugrino de quatro costados, contesta minha posição sobre o Bruno Brígido, e o julga fraco. É a liberdade de expressão.

Cabe reflexão à crítica do bugrino Luiz Otto Heimpel, quando cita 17 jogos com a defesa sofrendo gols semelhantes. Claro que o treinador Umberto Louzer tem culpa nisso.

SÉRGIO CARNIELLI

Pontepretano Maurício extravaza irritação contra a mídia por ignorar críticas ao presidente de honra da Ponte Preta Sérgio Carnielli.

Em clubes de futebol há um ciclo para dirigentes. Claro está, portanto, que o ciclo de Carnielli já extinguiu.

Problema é que a Ponte lhe deve uma fortuna, e o ideal seria o grupo com pretensão de gerir os destinos do clube propor-lhe situação negociada, como fez o ex-presidente Lauro Moraes há pouco mais de uma década.

O recado de Lauro foi curto e grosso: “Deixe a chave na portaria. Quanto as dívidas, serão rediscutidas”, avisou, sem que o assunto prosperasse.

DECISÕES ERRADAS

Sem dispor de dirigente com visão de futebol, o clube acaba prejudicado por aqueles que se atrevem tomar decisões.

Nas discussões com gerentes e empresários de futebol para tomada de decisões, a prática mostra incidência de erros desproporcional.

Aí jogadores e o treinador João Brigatti aparecem na mídia para explicar o inexplicável, como tem ironizado os parceiros Tio Lei e RMaia.

Tio Lei nem precisava ser vidente para projetar desculpas de Brigatti do tipo ‘precisamos qualificar mais o elenco’, mas ‘o clube atravessa dificuldade financeira’.

DANILO BARCELOS

Há semanas registro neste espaço que Danilo Barcelos sequer tem corrido e o parceiro Paulo Giolo emenda que ‘não acerta um lançamento, falta ou escanteio. Não tenta uma jogada, não enfrenta nem vai pra cima do adversário, só toca pra traz’.

Ora, por que Brigatti não saca o jogador? Corporativismo?

Outrora ainda buscava-se nas categorias de base supostas promessas para o profissional. Todavia optaram pelo retorno do treinador Felipe Moreira para comandar os juniores, e recentemente o time foi goleada por 5 a 0 diante do Palmeiras.

Trocado em miúdos trabalham mal na base, no profissional, e o ex-presidente Vanderlei Pereira deixou as finanças do clube em ruínas.

Pode isso, Arnaldo?