Brasil na França: brasileiros tomam conta do velho continente
Gigante francês, equipe é pé-quente para os craques brasileiros
Quem está acompanhando os jogos do PSG vai ter que concordar, tem muito gol sendo marcado por lá
Quem está acompanhando os jogos do PSG vai ter que concordar, tem muito gol sendo marcado por lá. Prestou atenção?
O time do Qatar está dando o que falar. O time do apaixonado por esportes, Nasser Al-Ghanim Khelaifi, atual CEO da QSI (Qatar Sports Investments) fundo de investimentos vinculado ao governo do Catar, está fazendo bonito desde que o QSI comprou o clube francês Paris Saint-Germain e ele se tornou presidente e decidiu que levaria o PSG ao topo do pódium na França e no exterior.
Alguns tropeços aqui e acolá encontrados pelo clube nas temporadas 2011-12 e 2012-2013, mas missão dada é missão cumprida. Qualquer eventual má memória que tenha ficado na lembrança foi facilmente esquecida após o time parisiense chegar a 13 jogos sem perder na Ligue 1.
Só isso já seria o suficiente para virar assunto para qualquer fã incondicional de jogo de futebol, mas aliado a isso, acrescente técnica, popularidade, simpatia e maestria. A popularidade do PSG aumenta jogo após jogo e vem apontando os holofotes para uma estrela brasileira que faz crescer admiração e interesse dos franceses pelo Brasil, Neymar.

Esse fato é facilmente visto no aumento dos seguidores nas redes sociais. Números expressivos tem se formado e as contas oficiais do PSG não param de crescer. Foram um milhão de novos usuários no Facebook, ficando com 31 milhões no total, 700 mil no Instagram, que tem no total 89 milhões e 300 mil no Twitter, que tem no total 4,9 milhões.
Todos os brasileiros estão torcendo pelo PSG, todos os franceses estão torcendo pelo Neymar. Muitos conheceram o time francês por causa do Neymar, mesmo já tendo passado pelo clubecraques como Raí, Ronaldinho Gaúcho e Leonardo. É uma combinação que deu certo. Neymar ganha popularidade e o time vai ganhar em retorno graças a ele. É um prêmio maior que ganhar na Mega Sena ou no Powerball.
O camisa 10 do PSG se torna o trevo de quatro folhas da seleção brasileira e deixa otimismo para o hexa na Rússia, pois, para os mais supersticiosos, em 1993 quando Raí chegou a ser capitão na Copa de 1994, se transferiu para o Paris Saint-Germain e no ano seguinte foi campeão do mundo e o mesmo aconteceu com Ronaldinho Gaúcho que chegou no PSG em 2001 e em 2002 o Brasil foi pentacampeão.





































































































































