Brasil de Pelotas x Operário - Concorrentes diretos tentam manter embalo
O Xavante vem de duas vitórias seguidas e tem apenas um ponto a menos que o Fantasma
O Xavante vem de duas vitórias seguidas e tem apenas um ponto a menos que o Fantasma
Pelotas, RS, 07 (AFI) – Apesar de não figurarem na zona de rebaixamento, Brasil de Pelotas e Operário são dois candidatos ao descenso. Por isso, o jogo deste sábado, às 16h30, no Estádio Bento Freitas, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, é muito importante.
Após perder as quatro primeiras partidas, o Brasil de Pelotas emplacou duas vitórias seguidas – sobre América-MG e Guarani, ambas por 2 a 1 – e deixou o G4 com seis pontos. O Operário tem sete e figura no meio da tabela. Na última rodada, o Fantasma bateu o Sport, por 2 a 1, de virada.
BOM E RUIM
O técnico Rogério Zimmermann recebeu uma notícia boa e outra ruim para o jogo deste sábado. Líder do elenco e titular absoluto, o zagueiro Bruno Aguiar recebeu o terceiro cartão amarelo contra o Guarani e cumpre suspensão automática. Heverton e Nirley são as opções.
Por outro lado, o treinador xavante vai ter novamente à disposição o atacante Rafael Grampola, que estava lesionado contra o Bugre. Sua presença entre os titulares, porém, é uma incógnita. Zimmermann fechou os treinamentos ao longo da semana.
UMA BAIXA
O técnico Gerson Gusmão tinha a intenção de manter a formação que encerrou o jejum de vitórias do Operário na última sexta-feira, mas isso não será possível. O meia Rafael Chorão foi vetado para o jogo deste sábado, contra o Brasil de Pelotas.
Com uma lesão muscular na coxa direita, Rafael Chorão se juntou ao atacante Eduardo, que já estava contundido. O substituto do meia ainda não foi definido por Gerson Gusmão. A dúvida é entre Robinho, Revson e Jean Carlo. O último corre por fora.
“Se o Chorão pudesse jogar, a equipe seria a mesma que começou o último jogo. O time teve uma boa atuação e eu gosto da continuidade. O Julinho, o Lázaro e o Schumacher tendem a evoluir conforme vão ganhando mais ritmo”, comentou Gerson Gusmão.





































































































































