BOMBA! Documento desmente presidente do Guarani e confirma crime na venda de joia da base

Davó tem negociações adiantadas para ser confirmado como novo reforço do Corinthians em 2020

Davó tem negociações adiantadas para ser confirmado como novo reforço do Corinthians em 2020

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Campinas, SP, 23 (AFI) – Documento anexado a um processo judicial envolve o Guarani em crime claro de lavagem de dinheiro.

Tal fato atesta que Ricardo Miguel Moisés, atual presidente do clube, vem mentindo deliberadamente em suas entrevistas e em esclarecimentos ao Conselho Deliberativo.

E o mais grave: o Bugre está cometendo fraudes em processos judiciais cíveis que podem repercutir na Justiça do Trabalho e até mesmo gerar intervenção judicial.

Davó deve ser vendido ao Corinthians

Davó deve ser vendido ao Corinthians

Em documento anexado ao processo de número 1015644-27.2014.8.26.0114, na 3ª Vara Cível de Campinas, ao qual o Portal Futebol Interior teve acesso, com exclusividade, o atleta Matheus Alvarenga de Oliveira, popularmente conhecido como Davó, comprou liberação do Guarani, tendo pago, no dia 17 de setembro, o pequeno valor de R$ 700 mil.

O valor que o Alviverde fez na transação é tão abaixo dos padrões de mercado que, em simples comparativo com transações realizadas pela Ponte Preta, arquirrival bugrino, tem-se que o lateral Abner, mesmo com menos jogos no time titular e sendo atleta de defesa, teve negociação concretizada em R$ 10 milhões junto ao Athletico Paranaense.

GUARANI USA PROGRAMA DE SÓCIO TORCEDOR PARA LAVAR DINHEIRO

Além do valor da liberação de Davó ser irrisório, a gravidade da transação é que o dinheiro foi depositado na conta da empresa ‘Sócio Campeão GFC Serviços Administrativos EIRELI’, a qual faz a gestão do programa de sócio torcedor do Guarani e que, tecnicamente, não pode receber recursos financeiros oriundos de negociação de atletas.

Fica claro que essa empresa foi usada de forma ilegal e criminosa para ‘lavar dinheiro’ a favor do Guarani, bem como para que não fossem prestadas contas internas, fugindo da fiscalização do Conselhos Fiscal e Deliberativo.

Recentemente, em estudo feito por um membro do Conselho Fiscal, ficou comprovada a prática de ‘apropriação indébita’ de valores trabalhistas.

O contrato entre Davó e Guarani foi firmado em 10 de setembro, de forma tão sigilosa, que, em reunião do Conselho Deliberativo, após essa data, o presidente garantiu que o jogador não havia sido vendido, mesmo tendo confronto com informações de alguns conselheiros, os quais garantiam que Davó havia sido negociado e que não mais pertencia ao clube.

DINHEIRO PODE NÃO TER SIDO CONTABILIZADO A FAVOR DO GUARANI

Outra questão que surge – e que deverá ser explicada – é se esse valor de R$ 700 mil da venda de Davó foi contabilizado nas contas ou se foi desviado pelos dirigentes.

Marcos Lena é membro do Conselho de Administração do Guarani

Marcos Lena é membro do Conselho de Administração do Guarani

No final de mês de novembro, em ação judicial na cidade de Araraquara, Ricardo Miguel Moisés, presidente campineiro, já havia sido formalmente acusado de fraude judicial em situação similar a essa envolvendo ‘lavagem de dinheiro’.

O atual presidente do Guarani, Ricardo Moisés, é réu em inúmeros processos envolvendo adulteração de combustível e em fraudes em postos de gasolina no interior de São Paulo.

ASSESSOR DO PREFEITO DE CAMPINAS ENVOLVIDO NA “LAVAGEM DE DINHEIRO”

Conforme atesta os documentos da transação de Davó, um dos dirigentes que assinou e avalizou o contrato é Marcos Lena, assessor do atual Prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), e integrante do atual Conselho de Administração do Guarani.

VEJA AS FOTOS DO DOCUMENTO:

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