Bolsos dos boleiros ninguém mexe, é o recado de seus representantes
Bolsos dos boleiros ninguém mexe, é o recado de seus representantes
Bolsos dos boleiros ninguém mexe, é o recado de seus representantes

Já que os corporativistas Conselho Nacional de Clubes e Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol recusaram redução de 25% nos salários dos jogadores e suspensão dos direitos de imagens, que cada dirigente de clube negocie diretamente com o seu respectivo elenco.
Parece que essa gente irredutível mora em Marte e está alheia ao que está ocorrendo no planeta Terra.
Se falarem da infiltração global de uma praga chamada coronavírus, não se surpreendam se um ou outro desentendido perguntar se é contrato de marketing.
Já passou da hora de alguma liderança combativa dar um basta nessa irrealidade.
Clubes já extrapolam suas receitas ao contratarem jogadores ‘meia colher’ a preço de ouro.
Até quando vamos presenciar essa inversão de valores?
Já se questiona a validade dessa paixão desenfreada do torcedor pelo seu clube.
Vale a pena? E você ainda aplica o pronome pessoal no plural, com citação de nós, como se tivesse poder de decisão das barbaridades que a cartolada comete.
Chega de ‘nós ganhamos’, ‘nós contratamos’, ‘nós lutamos’, e por aí vai.
Se o seu clube ainda fosse representado por jogadores de expressão, capazes de fazer coisas bem diferentes daqueles espalhados por aí na várzea, vai lá.
Portanto, meu caro: desapego. Pegue mais leve.
Caso tenha bom relacionamento em seu bairro, que tal se associar ao pessoal que faz o futebol amador em diferentes categorias?
Ali, partícipe, você pode sim falar ‘nós’, porque de uma forma ou de outra está ajudando a decidir.





































































































































