Blog do Ari: Uma outra Ponte Preta com mudanças do treinador Alvarez
Após um primeiro tempo ruim, na sequência time mostra outra postura
Cabe informar que neste sábado a coluna apresenta três postagens. Duas delas, na tela abaixo, mostram a descrição da vitória da Ponte Preta diante do Penapolense por 2 a 1, e aquilo que jornalisticamente é chamado de retranca, ou seja, matéria específica pra mostrar a diferença em campo dos personagens Adrianinho da Macaca e Guaru do time de Penápolis. E na página que antecede estas matérias o assunto é o empate do Guarani em Mirassol por 1 a 1, no período da manhã.
Esta vitória da Ponte mostra a imprevisibilidade do futebol, de tal forma que a partida deste sábado à tarde apresentou dois tempos extremamente distintos.
Se o Penapolense ‘matasse’ o jogo durante o primeiro tempo estaria tudo dentro da normalidade, visto que foi melhor e criou as chances para ampliar a vantagem de 1 a 0.
Foi a etapa em que o time da Ponte estava mal escalado com a fixação do imaturo garoto Junio na lateral-direita. A discretíssima atuação dele diante do Atlético Sorocaba já não recomendava a inclusão na equipe. E se a projeção era que tivesse ousadia para arrancar com a bola e igualmente voltar à marcação, ele não fez uma coisa, nem outra.
CORREÇÕES
Logo, ao perceber o equívoco, o treinador Osvaldo Alvarez, o Vadão, sabiamente tratou de corrigi-lo com a recondução de Ferrugem à lateral e a entrada de Bida no meio de campo.
E o duplo acerto de Vadão ocorreu aos 15 minutos com duas providenciais alterações. ‘Sacou’ o improdutivo Adrianinho e colocou o participativo Antonio Flávio. Tirou o volante Bruno Silva e colocou o descansado Alef.
As mudanças deram nova ‘cara’ à Ponte Preta. A lateral-direita ficou afinada com Ferrugem, Bida ajudou a agrupar mais o meio de campo, Alef fechou bem os espaços dos adversários e Antonio Flávio fez até gol em jogada de fundo de campo de Ademir, com preciso cruzamento.
Antes deste gol da vitória, o zagueiro César, que havia se projetado ao ataque, acertou cabeçada típica de centroavante, embora tenha subido sem marcação.
O reflexo das modificações fez muito bem ao atacante Ademir, que fixado pelo lado direito do ataque foi um tormento à defensiva de Penápolis.
Foi o período em que a Ponte se consolidou em campo, mostrou melhor condicionamento físico, e até o lado esquerdo da defesa, com buraco deixado por Magal, foi corrigido.
Jamais pode ser ignorado que o Penapolense cansou a partir dos 25 minutos do segundo tempo, provavelmente em decorrência da maratona de viagens. Claro ficou igualmente a vulnerabilidade de sua defesa quando exigida.





































































































































