Blog do Ari: Torcida bugrina quer; time também precisa querer

Torcedores enfrentaram o solão da manhã de domingo passado em Indaiatuba

O criativo desportista Paulo Pedro da Silva, o popular Nã, define o sol quente dos dias de hoje como ‘sol de rachar mamona’. Pois o Guarani enfrentou na manhã de domingo passado aquele ‘solão’ de matar. E o Marília também.

E nas arquibancadas do Estádio Ítalo Mário Lamongi, em Indaiatuba, a torcida bugrina sofreu duplamente. Primeiro quase se derreteu com aquela ‘lua’ da hora do almoço, e depois com o pobre futebol da equipe em campo.

E a torcida bugrina mostra que não tem barreiras para separá-la do time. O público pagante de 1.411 torcedores, de uma só torcida no domingo, foi proporcionalmente bom pelas circunstâncias.

Está claro, portanto, que a torcida bugrina não desampara o seu time. Logo, que o time igualmente não a desampare. Que o comando do futebol tome sábias decisões para qualificar a equipe, de forma que, na pontuação, não se distancie das primeiras colocações.

PONTUAÇÃO

Hoje, dois pontos separam o Guarani do quarto colocado do Campeonato Paulista da Série A2.

Os sete pontos ganhos até agora também o colocam a dois pontos de quem abre o chamado Z4, a zona da degola.

Só vi o Guarani jogar nesta temporada diante do Marília e constatei o exagero de bola alçada à área adversária, na maioria das vezes devolvida pelo sistema defensivo.

O lateral-direito Jefferson Feijão tem forças para chegar às imediações da área adversária, mas erra sucessivos cruzamentos.

O que fazer? Ou trabalhar para que melhore o desempenho, ou preparar uma condição para que um companheiro se aproxime dele e dê continuidade à jogada.