Blog do Ari: Santos trabalhou melhor no recesso e colhe frutos com vitória sobre Verdão
Time santista praticou futebol competitivo na vitória por 2 a 0
Time santista praticou futebol competitivo na vitória por 2 a 0
Que diferença do trabalho feito por Santos em relação ao Palmeiras no período de recesso do Campeonato Brasileiro. Enquanto o treinador santista Oswaldo de Oliveira condicionou o seu time para praticar um futebol competitivo, exercer forte marcação no meio de campo, ganhar a maioria das disputas e marcar sob pressão a saída de bola do time palmeirense até metade do primeiro tempo, o adversário parecia uma catado que se predispunha a se defender, sem criatividade e jogadores como o meia Bruno César e atacante Leandro totalmente absorvidos pela marcação.
Claro que a competitividade santista não significa necessariamente criatividade. As melhores jogadas do primeiro tempo ocorreram pelo lado direito com as freqüentes descidas do lateral Victor Ferraz, que fazia jogadas combinadas com Geuvânio. Depois Ferraz saiu machucado e o expediente não foi repetido.
O repertório tático do Santos foi plenamente aceitável. Bola tocada em velocidade, deslocações dos jogadores para receberem os passes, virada de jogo e algumas jogadas ensaiadas de bola parada.
Apesar da aplicação tática dos jogadores, este jovem time santista ainda se precipita em muitas jogadas e desperdiça situações que poderiam terminar de forma embaraçosa à zaga palmeirense.
CONTRA-ATAQUES
O Palmeiras só saiu da toca no segundo tempo na tentativa de empatar o jogo, mas sem a devida coordenação. Assim, ofereceu espaços para que o Santos explorasse os contra-ataques e criasse algumas chances, uma delas resultando na assinalação do segundo gol em boa troca de passes.
Nos minutos finais, o Santos diminuiu o ritmo e administrou a vitória. O atacante Rildo, apesar da disposição de ajudar na marcação, teve rendimento bem aquém de suas reais condições. Atuou fixo como ponteiro-esquerdo à moda antiga e foi dominado.
O Palmeiras não teve forças para sequer tentar esboçar reação. Precisa melhorar muito, e de certo o treinador Ricardo Careca sabe muito bem disso.





































































































































