Blog do Ari: Opiniões sobre erros e acertos de jogadores da Ponte Preta
Não apostava que o goleiro Roberto fosse dar certo
Quem faz uso de ferramentas das mídias para tecer críticas deve, sobretudo, olhar para o seu próprio umbigo e avaliar também onde errou. E se errou que assuma publicamente o erro e pronto.
Diferentemente daqueles que dão o tapa e escondem a mão, assumo publicamente alguns erros de avaliação e, logicamente, vou lembrar de acertos, principalmente quando cravei seco, ainda em fevereiro, que as pernas do meia Danilo estavam travadas e que o futebol dele havia acabado pra jogar no Corinthians, como descrevo na postagem anterior.
Sugeri aos dirigentes pontepretanos que não renovassem contrato com o goleio Roberto, que, a rigor, não ficaria pela demonstração até então de um goleiro comum.
A coisa ganhou outro rumo por insistência do goleiro titular da época, Edson Bastos, para que renovassem. Aí deram nova chance ao goleiro e deu no que deu. Errei.
Disse que o zagueiro César não tem condições de ser titular do time pontepretano. Circunstancialmente ele ganhou camisa, mas sustento a posição de que é um zagueiro apenas razoável.
Fiz projeção que o lateral-esquerdo Rodrigo Biro e o volante Fernando fossem dar certo na Ponte Preta. Errei redondamente em relação a Fernando. Acho que Biro ainda possa se afirmar no time pontepretano.
Citei aqui que o lateral-direito Régis é grosso. Sugeri até que o patrono do clube, Sérgio Carnielli, intercedesse e evitasse a escalação do jogador. Pois pagaram pra ver e viram.
Não precisei observar o futebol do meia Giovanni duas vezes pra me certificar que não iria virar.
CARPEGGIANI
Francamente acreditava que o treinador Paulo César Carpeggiani fosse dar jeito neste time da Ponte, apesar das claras limitações.
Inegavelmente ele é um bom treinador de campo e percentualmente ganhou mais pontos do que o seu antecessor Guto Ferreira e o sucessor Jorginho Campos, em jogos do Campeonato Brasileiro.
O problema é que ele tem deficiências como comandante de grupo, ignora a necessidade de bom ambiente de vestiário e fecha os olhos para informações de vida desregrada de atleta fora do campo.
Claro que estas atribuições caberiam ao supervisor Marcus Vinícius – que é fraco e mantido no cargo – e do então diretor executivo de futebol Ocimar Bolicenho.





































































































































