Blog do Ari: Marcus Vinícius pode errar à vontade que é intocável na Ponte Preta
Supervisor erra bastante em contratações e ainda é mantido no cargo
Ano passado o então gerente de futebol da Ponte Preta Ocimar Bolicenho fez um monte de trapalhadas em contratações ao elenco do clube, foi duramente criticado pela mídia, responsabilizado pela torcida e, ao não suportar a pressão ‘caiu’.
Ainda naquela ocasião o supervisor Marcus Vinícius foi partícipe da equivocada montagem do elenco pontepretano e tudo estourou exclusivamente em Bolicenho, quando a passada de rodo deveria ter sido mais abrangente.
No início deste ano a responsabilidade do futebol da Ponte Preta passou a ser de Marcus Vinícius. Responda rápido aí, caro pontepretano: quem, contratado nesta temporada, vingou? E antes da chegada de Gustavo Bueno como coadjuvante, quem era o homem forte do futebol da Ponte?
PREJUÍZO
Gente, o homem – Marcus Vinícius – só causa prejuízo à Ponte Preta e é intocável. O treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão, está pedindo contratações de oito a nove jogadores. Ora, se precisa de tudo isso – e precisa mesmo – está claro que contrataram muito mal novamente. E quem foi o responsável pelas contratações?
E se a Ponte vai contratar, o que fazer com jogadores do elenco cujos contratos estão em vigência e são considerados disponíveis?
A conta vai ficar pra Ponte pagar caso não consiga recolocá-los no mercado de trabalho. E não tem culpado nesta história? Não tem, prezado parceiro Cabeça?
Ah se um gerente ou executivo de uma empresa privada não tiver gestão eficiente. O que acontece com ele? Ruuuua!
No futebol as coisas são diferentes. São regalias injustificáveis. Este troço de coleguismo tem um peso danado. A estreita ligação do funcionário com dirigentes modifica aquilo que deveria ser apenas uma relação de trabalho com hierarquia e cobrança de resultado do subordinado.
O que prende Marcus Vinícius no cargo de supervisor da Ponte? Imposição do presidente afastado Sérgio Carnielli? Apoio injustificável do presidente Márcio Della Volpe?
Seja uma coisa ou outra, o dirigente que estiver apoiando o erro está marcando gol contra e o prejuízo fica para o clube. Impossível não se detectar o óbvio.
Eis aí um caso para ‘Mãe Diná’ decifrar. Nós, reles racionais, não conseguimos.





































































































































