Blog do Ari: Jundiaí, Itatiba, Indaiatuba e Americana também têm Ponte Preta
Pontepretanos migrantes levaram o nome do clube na fundação
Na década de 60 o jundiaiense tinha ojeriza pela Ponte Preta por causa da acirrada rivalidade entre torcedores do Paulista com pontepretanos, que duelavam na antiga segunda divisão paulista.
Nada como um dia após o outro, pois hoje, na Liga Jundiaense de Futebol, um dos filiados é a Associação Atlética Ponte Preta Agapeama.

Engana quem sugere que os limites da Ponte Preta é a cidade de Campinas. Igualmente na Liga Itatibense de Futebol está inclusa a Ponte Preta Futebol Clube, que disputa o campeonato amador daquela cidade, com sede no Núcleo Residencial Porto Seguro.
A Ponte Preta de Americana disputa campeonatos oficiais de amadores da cidade nos segmentos de fraldinha a máster, e sempre pautando por boas participações.
INDAIATUBA
Finado Zequinha, pai dos desportistas Calango, Maurício e Toninho Baiano – com visão prejudicada por causa do diabetes – não só fundou a Ponte Preta de Indaiatuba como aproveitou seu espírito de liderança para alambrar o campo e montar uma arquibancada de madeira, com cobertura de alumínio, no bairro Itaicí.
Zequinha, também fundador do Benfica do Jardim Proença de Campinas nos anos 50, era amante da Ponte Preta e ninguém propagou tanto o nome de seu clube em Indaiatuba como ele, após ter mudado de cidade. Outros clubes fundados com o nome da Ponte tiveram participação de torcedores que migraram para aquelas cidades.
Pontepretanos espalhados por toda região de Campinas é um realidade inconteste. Se perguntarem para o hoje valinhense Adhemar Júnior, o Biau, onde tem mais torcedor da Ponte na região, de certo ele vai puxar a brasa para a sua sardinha, mas de imediato será contestado pelo bugrino e hortolandense Gerson Braz, funcionário público. “Se fizerem uma enquete nos bairros Jardim Amanda e Rosolém pra saber qual deles têm mais pontepretanos vai ser jogo duro”.
Braz, que leva as tradicionais ironias na desportividade, disse ter flagrado o secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de Hortolândia, Aldo Aloísio, agitando uma bandeira da Ponte Preta em seu gabinete, após a surpreendente vitória sobre o São Paulo no Estádio do Morumbi, por 3 a 1.
“Também um grupo do Colégio Adventista de Hortolândia participou da excursão aérea de pontepretanos para Buenos Aires naquele jogo contra o Vélez”, contou Braz.
Se brota pontepretano para todo canto, imaginem quantos outros serão descobertos se a Ponte aproveitar a oportunidade de ouro para decidir o título da Copa Sul-Americana?
A resposta se a Ponte vai ou não contagiar novamente a sua torcida será dada a partir das 21h50 desta quarta-feira, no Estádio Romildo Ferreira, o Romildão, em Mogi Mirim.





































































































































