Quase tudo de ruim que possa ocorrer num jogo de futebol foi colocado em prática por Guarani e Floresta, no empate sem gols no Brinco.
O Floresta propôs a se defender, mas credite ao Guarani apenas uma chance real de gol durante o segundo tempo. É muito pouco !
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 4 (AFI) – Quase tudo de ruim que possa ocorrer num jogo de futebol foi colocado em prática por Guarani e Floresta, no empate sem gols na noite deste sábado, em Campinas, na sequência da Série C do Brasileiro.
Sim, o Floresta propôs a se defender, mas credite ao Guarani apenas uma chance real de gol durante o segundo tempo.
O marcante na história deste jogo é que no penúltimo e último minuto, com acréscimos até os 50, surgiram lances para ambos chegarem à marcação de gols.
Primeiro ao Floresta que, em rápido contra-ataque, o seu atleta Mateus Martins ficou cara a cara com o goleiro Caíque França e chutou a bola em cima dele, possibilitando que praticasse a defesa.
Na sequência, no lance em que o Guarani se mandou ao ataque, a bola se ofereceu para o atacante Hebert que, isolado na área, fez o impossível: conseguiu ‘pená-la’.
Ainda no segundo período, o Floresta ainda usou mais um contra-ataque em velocidade – com três jogadores contra dois do Guarani -, mas faltou precisão para terminar a jogada.

NEM COM MAIS ATACANTES
A rigor, foi na segunda fase que o treinador do Guarani, Élio Sizenando, tentou apostar na maior quantidade possível de jogadores de ataque, quando entraram Guilherme Parede, Herbert, Kawen e Lucca.
Apesar disso, oportunidade além de Hebert, não foi criada com as citadas mudanças.
Assim, quem contestou Sizenando por ter optado por quatro atletas de meio de campo durante o primeiro tempo, a sequência da partida mostrou que nem um jeito, nem do outro daria certo.
PRIMEIRO TEMPO
Durante o primeiro tempo, como a proposta do Floresta foi a de se defender, o Guarani teve infinitamente mais posse de bola, explorando jogadas mais pelo lado direito, com o atacante Guilherme Cachoeira.
Entretanto, o treinador adversário, Nestor Júnior, já tinha a exata leitura das jogadas por ali e dobrou a marcação.
E sem outros dribladores, na tentativa de infiltração, o Guarani optou por cruzamentos, visando a área adversária, e sem efeito.
GOLEIRO DHEIMISON
Assim, em apenas duas vezes a meta do goleiro Dheimison, do Floresta, foi ameaçada no primeiro tempo.
Logo aos cinco minutos e, depois, aos 22, em arremate do centroavante Maranhão, em nova defesa dele.
Como o Floresta se propôs a se defender, nas raras vezes que tentou se organizar em contra-ataques, Mateus Martins não soube dar continuidade às jogadas, com erros de passes.





































































































































