Blog do Ari: Frases e atitudes contestáveis na temporada de 2013
Imprudência e empolgação daqueles que participam do mundo da bola
O ano de 2013 foi embora e deixou a marca daqueles que agem de forma imprudente e não se arrependem. Observamos bordões que nascem do nada a frases inconseqüentes que poderiam ser evitadas. Evidente que o repertório seria infinito, mas selecionamos apenas alguns destes fatos.
O meia-atacante Danielzinho, do São Caetano, além de não mostrar o mínimo ressentimento após quebrar a pena do meio-campista Ferrugem, da Ponte Preta, ainda respondeu asperamente àqueles que o criticaram, em reportagem ao portal UOL:
“Muita gente sem moral, sem educação, que nunca fizeram (o correto é nunca fez) parte de minha vida, fazem (o correto é faz) coisas muitas piores, querendo dar lição de moral. Vai procurar o que fazer”.
EU ACREDITO
A torcida do Galo mineiro lançou o bordão ‘Eu acredito’, e deu certo. O otimismo aumentou quando o goleiro Vitor defendeu pênalti diante do Tijuana do México, e o time foi à semifinal da Libertadores.
Na empolgação por aquele momento, o presidente do Atlético Mineiro, Elias Kalil, exagerou: “Agora que as porcarias saíram da Libertadores, tem que dar Atlético”. Claro que ele mirava a metralhadora para clubes do eixo Rio-São Paulo.
No dia 23 de agosto, o título da coluna foi ‘Autuori, saiba que é preferível ouvir bobagem de que ser surdo’.
É que quando o treinador foi contratado pelo São Paulo já sabia da excursão à Europa e Ásia, e da necessidade de reposição de jogos atrasados em intervalos de 48 horas. Apesar disso criticou: “O calendário dá uma melhorada e depois piora. A CBF deveria proibir excursões de clubes”, disse o treinador à TV Bandeirantes.
Então, durma com um barulho deste.





































































































































