Blog do Ari: Dribladores, a receita mais prática para desmontar fortes esquemas de marcação
Messi, Neymar e Robben encantam com jogadas imprevisíveis e gols
Messi, Neymar e Robben encantam com jogadas imprevisíveis e gols
O drible e o improviso ainda continuam incomparáveis no futebol. Esta Copa do Mundo no Brasil tem sido premiada pelos talentosos atacantes Neymar, Lionel Messi e o holandês Robben que ainda encantam com belos lances de gols.
Quando as equipes montam aquele cinturão à frente da zaga, a chamada segunda linha de quatro, é praxe a boleirada adversária que ataca fazer a bola rodar de uma extremidade a outra do campo a procura do espaço para penetração, mas com o trio citado é diferente. Com capacidade de drible, qualquer um deles não titubeia em penetrar nas defesas bem fechadas.
O que seria da Argentina na tarde desta quarta-feira, contra a Nigéria, se não tivesse Messi? Difícil até projetar se conseguiria vencer a partida por 3 a 2 na Arena do Inter portoalegrense, tingida de azul do torcedor argentino.
Por que o atacante Benzema, da França, não entra no patamar dos craques citados acima? Porque embora reconhecidamente bom jogador, artilheiro, não tem a criatividade exigida para se desvencilhar de dois ou três adversários antes de concluir as jogadas. Nesta quarta-feira, por exemplo, se esbarrou na forte marcação equatoriana, no empate sem gols entre França e Equador.
Portanto, com Messi, Neymar e Robben pode-se esperar uma sucessão de jogadas fantásticas, enquanto as suas respectivas equipes estiverem na competição. E oxalá avancem o mais longe possível, para que possamos ser brindados com a beleza do futebol.





































































































































