Blog do Ari: Chances do Guarani ainda são reais; problema é o rendimento do time
Na derrota para o Duque de Caxias, time bugrino jogou muito mal
O flagrante da TV Brasil de um torcedor bugrino cabisbaixo e à direita dele um bumbo encostado num degrau da arquibancada do Estádio Marretão reflete o quanto foi dolorido para a coletividade do Guarani a derrota para o Duque de Caixas por 2 a 1 na noite deste sábado, na Baixada Fluminense.
Este decadente time do Guarani permitiu que o só esforçado atacante João Carlos, do Duque, mostrasse na mesma TV sorriso de orelha a orelha e oferecesse os dois gols que marcou à esposa e filho.
E mais: o Guarani deu tanto ‘mole’ na partida que por pouco João Carlos não pede música no programa Fantástico da TV Globo. A rigor, ele perdeu mais dois gols tidos como feitos.
Tá certo que em uma das finalizações o goleiro Juliano defendeu bem, mas o chute foi à queima-roupa.
Nem por isso cabem elogios para Juliano, um dos culpados por ocasião do primeiro gol do Duque, devido à má colocação. Ele e o miolo de zaga, novamente vulnerável no jogo aéreo, paradoxalmente um dos pontos fortes do Guarani no primeiro turno deste Campeonato Brasileiro da Série C.
Claro que não cabem críticas apenas à defesa bugrina. O time, num todo, foi mal. Abusaram de chutões, passes errados, falta de seqüência nas jogadas, pouca criatividade e raríssimas finalizações.
Evidente que o reflexo de um time como este foi a derrota para um limitado Duque de Caxias, sem que o placar pudesse ser questionado.
PUGLIESE
E quando se esperava serenidade do treinador Tarcísio Pugliese para plena leitura do jogo e mexidas corretas no time, a TV o flagrou endurecido no banco de reservas e reclamando seguidamente e indevidamente da arbitragem.
O nervosismo não permitiu que o treinador raciocinasse coerentemente. Pois isso sacou os meias Fumagalli e Fernandinho e inchou o time de atacantes.
Assim, se a equipe bugrina carecia de melhor organização, ficou sem nenhum com as substituições. Ao atingir a intermediária adversária, os jogadores bugrinos alçavam a bola à área adversária pra se ver aquilo que pudesse acontecer. Transformaram a partida naquela história do ‘seja aquilo que Deus quiser’.
A situação ainda não atingiu estágio de dramaticidade, após porque é plenamente possível vitórias em casa contra os irregulares Betim e Crac. Aí, bastaria um empate diante do Vila Nova, em Goiás, para que não haja dependência de resultados de concorrentes diretos.
O problema é que o futebol mostrado pelo Guarani não dá ao seu torcedor a convicção de que o objetivo será atingido. O time precisa melhorar. E muito.





































































































































