‘Banqueiro-cartola’ tenta inclusão de time indígena na Copa São Paulo
O cartola enviou dirigentes às fronteiras do Brasil com Colômbia e Peru para recrutar jovens indígenas
O cartola enviou dirigentes às fronteiras do Brasil com Colômbia e Peru para recrutar jovens indígenas
Campinas, SP, 16 (AFI) – Um dos homens mais poderosos do futebol paulista, o banqueiro e acionista do Banco Bradesco, Mário Teixeira (foto abaixo) quer inovar. Depois de comprar o Audax São Paulo e Rio de Janeiro, agora o dirigente tenta nos bastidores a inclusão de um time indígena na Copa São Paulo de 2015.
Mário Teixeira, mais conhecido como Mário Ponte Preta, enviou dirigentes do Grêmio Osasco, no qual também é investidor, para perto das fronteiras do Brasil com Colômbia e Peru. A ideia é observar alguns jovens e traze-los para jogar a competição juniores, com início previsto para o

dia 3 de janeiro.
A ideia já foi encaminhada à Federação Paulista de Futebol (FPF), que ainda não se pronunciou oficialmente. Apesar disso, nos bastidores os dirigentes da entidade encaram a inclusão com algumas ressalvas. Uma reunião nas próximas semanas pode definir se os indígenas terão a chance de jogar a Copinha.
A proposta não poderia ter surgido de outra pessoa. Mário Teixeira é um senhor poderoso e que sempre gostou de futebol. Especialmente da Ponte Preta. Porém, foi investir no Grêmio Osasco, e em seguida tomou gosto pelo negócio e comprou o Audax. A Portuguesa mesmo já foi alvo do cartola, que fez proposta para transformar o time da capital em Portuguesa Audax.
A Copa São Paulo de Futebol Júnior será disputada entre os dias 3 e 25 de janeiro, e apenas jogadores nascidos de 95 a 99 podem disputa-la.





































































































































