Bahia 2 x 0 ABC - Arbitragem polêmica dá vitória aos baianos

Salvador, BA, 16 (AFI) – Pela segunda rodada da Série C do Campeonato Brasileiro, o Bahia conseguiu mais uma vitória, desta vez por 2 a 0 sobre o ABC, em partida que teve questionamentos referentes à arbitragem. O time da casa reclama da marcação de um pênalti inexistente, em cima de Nonato.

O Tricolor baiano, com este triunfo, chegou aos quatro pontos, liderando a chave que ainda conta com Fast Club e ABC. Este último não soma nenhum ponto, uma vez que a partida desta tarde é a primeira o clube na terceira fase.

O jogo
O jogo foi abstante fraco na primeira etapa. As equipes deram maior atenção ao sistema defensivo e, como a partida estava bem truncada, as chances de gol foram raras.

A única vez que uma das equipes chegou com perigo foi aos 20 minutos, quando o atacante do Bahia, Carlos Alberto, finalizou bem e forçou o goleiro adversário a conseguir grande defesa, levando o empate sem gols para os minutos finais.

Na segunda etapa, o time baiano deslanchou. Conseguiu seu primeiro gol aos 13 minutos, por intermédio de Nonato, que cobrou pênalti cometido (ou não) por Ben-Hur com categoria e abriu o placar.

Já no final, aos 37 minutos, o mesmo centroavante novamente deixou sua marca. Jean derrubou Nonato na área e recebeu o cartão vermelho, assim como seu companheiro no lance anterior. O atacante do Bahia bateu e colocou números finais ao placar.

Próximos Jogos
Na próxima rodada, o Bahia descansa, já que seu grupo tem apenas três componentes. Já o ABC enfrenta o Fast Club, na noite de quarta-feira, em Itacoatiara (AM).

Ficha Técnica

Bahia 2 x 0 ABC

Local: Estádio da Fonte Nova, em Salvador (BA)
Árbitro: Juliano Lopes Lobato (MG)
Cartões Amarelos: Fausto, Émerson (Bahia); Bruno, Jean, Alan (ABC)
Cartões Vermelhos: Fausto (Bahia); Jean (ABC)
Gols: Nonato, aos 13’/2T e aos 37’/2T (Bahia)

Bahia
Márcio; Carlos Alberto, Alisson, Emerson e Adilson; Fausto, Emerson Cris, Preto (Inho Baiano) e Cléber; Nonato e Charles (Marcone).
Técnico: Arturzinho

ABC
Raniere; Bruno Lourenço, Ben-Hur e Alan; Nêgo (Miro Bahia), Adelmo, Jean, Juninho Petrolina, Wellington (Clênio) e Rogerinho (Éder); Wallyson.
Técnico: Ferdinando Teixeira.