BA: Eficácia da polícia garantiu um clássico de paz

Salvador, BA, 25 (AFI) – Era grande a preocupação com a violência dos policiais e torcedores que foram no clássico entre Bahia e Vitória (1 a 0 para o Tricolor), no Jóia da Princesa, em Feira de Santana, pela 13ª rodada do Campeonato Baiano.

Por parte dos torcedores era temida uma falta de estrutura policial para dar conta das torcidas organizadas de Bahia e Vitória. Já a polícia estava receosa quanto aos torcedores organizados do Fluminense de Feira, que tem forte rivalidade com as duas grandes torcidas organizadas da capital e tem sede próxima ao estádio.

Porém, tudo esteve na maior organização. A polícia estava bem postada e orientada para não haver confronto de torcedores. A polícia militar em conjunto com a polícia rodoviária, estabeleceu uma forte repressão à violência a partir de Simões Filho, distante mais de 80 km do Jóia da Princesa. Outra parada da polícia foi na entrada da cidade.

Muitos torcedores foram revistados. Procuravam-se aramas e ferramentas que pudessem ser utilizadas em possíveis conflitos. Estiveram presentes a Polícia de Choque, passando pelo Esquadrão Águia até a Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças – Efap. Usaram-se viaturas, cavalaria e um helicóptero. Segundo o Coronel Nascimento, 550 homens estiveram envolvidos na segurança do público.

100% preocupação!
Nos últimos anos, a preocupação dos torcedores baianos em relação a violência nos estádios tem aumentado. Situações de confronto entre torcidas, que chegaram a resultar em mortes em outras ocasiões, antes eram atípicas em jogos de Bahia e Vitória.

Ao menos, o último Ba-Vi não foram registrados nenhum confronto e as ambulância e carros médicos não foram utilizados. Os 11.684 pagantes se limitaram as provocações e brincadeiras em um clima de harmonia como eram vistos com a velha guarda do futebol baiano.