BA: Bahia tem prejuízos pela eliminação na Copa BR
Salvador, BA, 07 (AFI) –
Dois dias após a eliminação inesperada na Copa do Brasi para o Icasa-CEl, os dirigentes do Bahia agora tiram a calculadora da gaveta e fazem as contas dos prejuízos. O Tricolor baiano, que perdeu sua maior fonte de arrecadação, que era a Fonte Nova, devido à tragédia do ano passado na Série C do Campeonato Brasileiro, ficará sete jogos do Brasileirão da Segunda Divisão, jogando com os portões fechados.
A Copa do Brasil seria a solução para aliviar as dívidas, mas com a eliminação, na primeira fase, a diretoria Tricolor terá que “operar um milagre”. O valor de R$ 41 mil, que os clubes ganham passando para a segunda fase da competição já é passado. Caso avançasse para outra fase, ainda poderia gerar verbas referentes ao público, com vendas de ingressos.
O Campeonato Estadual não vem agradando a direção do Bahia. A mudança do mando de campo, saindo do Armando Oliveira, em Camaçari, que tem capacidade para 7.500 mil torcedores e indo para o Jóia da Princesa, com capacidade para 16 mil pessoas em Feira de Santana, é uma tentativa de arrecadar mais, com renda proveniente da torcida.
O Tricolor baiano, conta com uma média de 3.373 pessoas no estádio, nesse Campeonato Baiano. Para dar um exemplo, o Vitória, seu maior rival, coloca em média 6.232 torcedores no Manoel Barradas. O líder de público nos estádios no estadual é o terceiro colocado e a surpresa do Baiano: o Vitória da Conquista, que tem uma média de 7.357 torcedores no Lomanto Júnior.
O Bahia é líder do estadual, com 33 pontos, dois a mais que o maior rival Vitória e joga no próximo domingo, pela 16ª rodada, às 17 horas, contra o Ipitanga, que ocupa a quinta colocação, com 25 pontos.





































































































































