BA: Atacante do Bahia não se arrepende e fala sobre agressão
Salvador, BA, 11 (AFI) –
O atacante Reinaldo Aleluia resolveu explicar o fato lamentável, no qual o jogador se envolveu no treino coletivo da quarta-feira, desta semana. O jogador agrediu um torcedor que foi aos treinos de portões abertos, em Camaçari, e hostilizou com palavras de baixo calão muitos jogadores do tricolor e Também o técnico Paulo Comelli. Segundo Aleluia, aquele não era o verdadeiro torcedor do Bahia.
“Não chegou a ser uma agressão, porque se eu tivesse agredido, com a raiva que eu tava, teria estragado ele”, ainda nas palavras do atacante, “Ele insultou a minha família e isso eu não admito, dei apenas um empurrão leve para ele parar”, explicou Aleluia. O torcedor, Eliseu Evangelista, segurança, de 46 anos, após o incidente ainda foi enxotado pelos seguranças do estádio.
Aleluia ainda explicou que não fez isso só pelas reclamações que chegavam até ele, mas também pelos atacantes Pantico, Didi e o treinador Paulo Comelli. O atacante em nenhuma declaração se desculpou com o torcedor pelo ato impensado.
O diretor de futebol Ruy Accioli, que havia saído antes do ocorrido, com seu carro particular, disse que o atacante não vai sofrer nenhuma sansão do clube. O diretor quer atrair a atenção dos jogadores para os jogos finais do Campeonato Baiano. De qualquer sorte, os treinos em Camaçari, a partir de então, estarão de portões fechados para os torcedores
Não é a primeira vez que Aleluia protagoniza confusão neste Baiano. O atacante do Vitória da Conquista, Tatu, entrou com uma queixa de racismo, contra Aleluia, no dia dois de fevereiro. O atacante Tricolor foi Interrogado, mas não foi detido.
Pituaçu de volta às obras
A greve dos operários que trabalham na construção do novo estádio do governo, que abrigará jogos do Bahia, terminou. A greve teve início no dia dois de abril e só teve fim nesta quinta-feira, dia 10. A polícia foi acionada pelo Sintepav (Sindicato dos Trabalhadores da Construção), que não aceitava o não cumprimento da greve pelos operários, foi até o local das obras. Mas segundo o presidente do sindicato, a polícia foi apenas um modo de intimidar os trabalhadores.
Os responsáveis pela obra terão que acelerar os trabalhos para conseguirem entregar o Estádio no prazo estabelecido.





































































































































