Auxiliar "doente" de Vadão quer tomar meio milhão do Guarani

O auxiliar de Vadão havia sido afastado alegando problemas de saúde

0002048008743 img 1

Campinas, SP, 25 (AFI) – O eterno auxiliar-técnico e sempre o primeiro amigo do treinador Vadão, Gersinho, tornou-se uma espécie de grande ídolo do presidente biônico do Guarani, Marcelo Mingone, que credita a Gersinho a montagem do time que chegou ao vice-campeonato paulista deste ano. Mingone chegou ao cúmulo de levar Gersinho para participar, junto com Vadão, de uma coletiva da diretoria do Bugre para anunciar a venda do atacante Fabinho para o Cruzeiro. Gersinho também foi escalado peo cartola para atuar no Conselho Deliberativo do Guarani fazendo defesa do presidente bugrino.

Agora Gersinho está processando o clube e pedindo um valor absurdo por possíveis direitos contratuais, um pouco superior a R$ 500 mil reais. No dia 14 de setembro, Gersinho ingressou com uma reclamação trabalhista na 4ª Vara do Trabalho de Campinas, recebendo o número do processo – 0001690-43.2012.5.15.0053. Foi dado o valor do objeto R$ 530.000,00 (Quinhentos e trinta mil reais). O reclamente ainda anexou um contrato de trabalho, alegando que em 3 de setembro foi demitido pela direção do clube. O fato nunca foi revelado por Mingone, que manteve a tese de “afastamento por doença”.

0002048008743 img

A saída de Fabinho…
Mas logo após a venda de Fabinho, alegando problemas de saúde, Gersinho (foto) deixou o Estádio Brinco de Ouro de forma misteriosa. O presidente lamentou e foi o primeiro que informou à imprensa dizendo que Gersinho estava de “licença médica”.

No mercado do futebol, o comentário era que a licença médica do “auxiliar” não passava de uma forma de preservar o treinador Vadão de um desgaste, já que o ex-motorista particular de Beto Zini (ex-presidente do Guarani) e hoje agente de atletas, Nenê Brito, teria um vídeo em que Gersinho aparecia extorquindo dinheiro de jogadores para que fossem contratados pelo clube de Campinas.

Este fato é de domínio público no mercado do futebol e, por questões desta natureza que Vadão, um dos principais treinadores do Brasil, não tem espaço nos grandes clubes. A fama de que Gersinho e Vadão pegam parte dos salários dos jogadores que contratam é conhecida entre os dirigentes e profissionais do futebol. A dúvida sempre foi se Vadão era “sócio” de Gersinho ou se o dinheiro arrecadado nestas negociatas ficava somente com o auxiliar-técnico.

Mas, enquanto que se imaginava que fosse verdade que Gersinho estava se recuperando de uma doença emocional, o eterno auxiliar-técnico de Vadão se desdobrava em reuniões com advogados para processar o Guarani, clube, que inclusive, Gersinho iniciou no futebol como atleta nos anos 1970 e que dizia-se ser torcedor.

Para evitar maiores comentários em Campinas, Gersinho optou por contratar um advogado em Jundiaí, sendo representado no processo por Eduardo Berol da Costa. Este advogado também teria orientado, juridicamente, a dupla Gersinho e Vadão a fazer contratos como vários clubes, entre eles o próprio Guarani.

Garra Guarani investiga e descobre
A ONG Garra Guarani, que vem exercendo um papel de fiscalização nas questões administrativas do Guarani, descobriu que Gersinho entrou com processo trabalhista contra o clube, pedindo mais de meio milhão de reais. As denúncias estão documentadas no site oficial da ONG Garra Guarani.

Marcelo Mingone vem sendo um farsante em sua entrevistas, e, em breve, deverá incorporar “Pinóquio” a seu nome. De cada dez entrevistas que Mingone dá, as dez tem mentiras. Mingone sempre fez questão de informar que Gersinho fazia parte do “pacote salarial” do treinador Osvaldo Alvarez. No processo proposto por Gersinho, perante a 4a. Vara do Trabalho de Campinas, há farta documentação que comprova o contrário, inclusive um contrato de Gersinho com o Guarani e assinado pelo “Pinóquio do Brinco”.

Clique e confirma mais detalhes:-
http://www.garraguarani.com.br/site/mentiras-mentiras-e-mais-mentiras/