Autor de pênalti anulado, zagueiro costarriquenho diz que VAR fez 'justiça'
O jogador se envolveu em lance polêmica com Neymar. A penalidade foi marcada, mas anulada com assistência do árbitro de vídeo
O jogador se envolveu em lance polêmica com Neymar. A penalidade foi marcada, mas anulada com assistência do árbitro de vídeo
Campinas, SP, 22 (AFI) – O zagueiro Giancarlo González foi um dos protagonistas do mais polêmico lance da derrota da Costa Rica por 2 a 0 para o Brasil, nesta sexta-feira, em São Petersburgo, pela segunda rodada do Grupo E da Copa do Mundo. Aos 32 minutos do segundo tempo, com o placar ainda sem gols, ele colocou o braço no peito de Neymar e viu o atacante cair na grande área. O árbitro holandês Bjorn Kuipers, então, marcou pênalti, mas recuou da sua decisão ao consultar o VAR (árbitro de vídeo, na sigla em inglês).
Após o jogo, ele mesmo não soube dizer se a decisão do árbitro foi acertada, embora tenha declarado ter sido “justa”. “Busco sempre a bola e o Neymar faz um finta bonita. Quando o árbitro marcou o pênalti, senti o meu mundo vindo abaixo porque é uma jogada involuntária. Mas depois ficamos com a justiça do VAR, que desta vez foi boa para nós”, afirmou o zagueiro do italiano Bologna, que foi titular na histórica campanha da Costa Rica na Copa do Mundo de 2014, quando a equipe avançou até as quartas de final, mas agora vê a sua seleção ser eliminada ainda na fase de grupos e com uma rodada de antecedência.

A Costa Rica não somou pontos nos seus dois jogos na Copa do Mundo, pois havia perdido por 1 a 0 para a Sérvia em sua estreia. Mas Giancarlo González assegurou que a equipe deixa a Arena Zenit orgulhosa pelas dificuldades impostas ao Brasil, que só marcou os seus gols, com Philippe Coutinho e Neymar, nos acréscimos do segundo tempo. “Estávamos diante de um grande rival. Lutamos e nos defendemos até o fim. Dói, mas saímos de cabeça erguida”, afirmou.
O revés desta sexta-feira foi o terceiro da Costa Rica em três duelos contra o Brasil na história das Copas, sendo que os anteriores foram por 1 a 0, em 1990, e 5 a 2, em 2002. Agora, então, a equipe vai se preparar para a sua despedida na Rússia, nesta quarta-feira, em Nijni Novgorod, diante da Suíça.





































































































































