ATUAÇÕES: Willian brilha, Jesus volta a marcar e Dani Alves decepciona
Gabriel Jesus foi o autor do gol, com assistência de Willian, que saiu de campo como melhor jogador em campo
O Brasil conseguiu apagar nesta terça-feira um pouquinho da imagem que deixou ao futebol mundial em 2014
São Paulo, SP, 27 (AFI) – O Brasil conseguiu apagar nesta terça-feira um pouquinho da imagem que deixou ao futebol mundial em 2014. Jogando no estádio Olímpico de Berlim, o time de Tite venceu a Alemanha por 1 a 0 em mais um amistoso preparatório para a Copa do Mundo na Rússia. Gabriel Jesus foi o autor do gol, com assistência de Willian, que saiu de campo como melhor jogador em campo. Daniel Alves, mais uma vez, deixou a desejar.
CONFIRA AS NOTAS DA SELEÇÃO BRASILEIRA:
Alisson. Nota: 8.
Outra partida segura do nosso goleiro. Ao contrário do jogo contra a Rússia, não arriscou jogadas com os pés e buscou sempre fazer o básico. Com as mãos foi pouco exigido, mas também não comprometeu em nenhum lance.
Daniel Alves. Nota: 6.
Partida apagada do nosso lateral direito. Pela qualidade que tem poderia ser uma arma importante de velocidade pela ponta, mas acabou travado para recompor a marcação e errou alguns cruzamentos simples.
Thiago Silva. Nota: 6.
Muito mais seguro do que outros jogos e anulou bem as jogadas pelo meio da Alemanha. Conseguiu cortar as trocas de passes na intermediária e acompanhou bem o ataque.
Miranda. Nota: 8.
Inegavelmente um dos melhores jogadores na posição em todo o futebol mundial. Foi firme na marcação em cima da Mário Gómez, ganhou todas pelo alto e ainda fechou os espaços. Em alguns momentos, gritou bastante para organizar a marcação.
Marcelo. Nota: 7.
Participativo, voluntarioso e um dos nomes já consolidado com a camisa da Seleção Brasileira. Atuou mais na marcação do que no ataque, mas ajudou na construção de algumas jogadas pela esquerda, principalmente na dobradinha com Douglas Costa no segundo tempo.
Casemiro. Nota: 6.
No primeiro tempo sentiu a pressão da Alemanha, que subiu todo o seu time para atuar no campo de ataque e acabou sufocando a marcação brasileira. Casemiro teve que se dedicar muito mais atrás da linha da bola e apareceu muito pouco nas construções das jogadas.
Fernandinho. Nota: 7.
Sofreu com os mesmos problemas do seu companheiro de posição. Mesmo com a qualidade indiscutível de iniciar as jogadas, com toques refinados, o volante sofreu com a pressão alemã, mas se saiu um pouco melhor. Conseguiu aparecer mais no campo de ataque.
Paulinho. Nota: 7.
Novamente um dos melhores jogadores em campo e um dos mais participativos. Se entrega bastante, sempre recompõe a marcação, mas perdeu um pouco do gás no segundo tempo. Dos pés (e da cabeça) dele saíram algumas jogadas de perigo para o Brasil.
Willian. Nota: 9.
A melhor atuação do atacante com a camisa da seleção brasileira. Já tinha jogado muito bem contra a Rússia, mas agora conseguiu se destacar com a velocidade, mas também com a estrela de ser decisivo. Dos pés dele saiu a jogada do gol da vitória, mas também foi responsável por outras oportunidades de perigo.
Philippe Coutinho. Nota: 6.
Novamente teve uma atuação apagada, aquém do que o torcedor de Liverpool e mais recentemente do Barcelona estão acostumados. Chamou pouco o jogo e ainda sofre com as comparações a Neymar, já que vem atuando na sua posição. Rendeu pouco.
Douglas Costa. Nota: 7.
Entrou bem no segundo tempo e deu velocidade pela esquerda. Conseguiu criar uma boa oportunidade em cima da marcação, ganhou na correria, mas o time já estava cansado e não conseguiu acompanhar o atacante. Em dois jogos (contra a Rússia também foi bem) pode ter cavado uma vaga na Copa do Mundo.
Gabriel Jesus. Nota: 8.
Aos poucos está voltando a ser o centroavante decisivo que a seleção brasileira precisa. Teve mobilidade, participou bastante das jogadas e ainda balançou as redes em uma testada firme, que, mesmo indo no meio do gol, era indefensável para o goleiro Trapp.
Tite. Nota: 8.
Conseguiu resistir a pressão da Alemanha, que faz escola no futebol subindo as linhas quando está com a bola. Acertou uma marcação firme e nenhum jogador adversário teve liberdade para pensar na partida. Faltou dar espaço para os convocados, que esquentaram banco.





































































































































