ATUAÇÕES: Defesa e elenco fizeram a diferença para o campeão Cruzeiro

A Raposa ficou com o título da Copa do Brasil ao bater o Corinthians por 2 a 1 no Itaquerão

A Raposa ficou com o título da Copa do Brasil ao bater o Corinthians por 2 a 1 no Itaquerão

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São Paulo, SP, 17 (AFI) – O Cruzeiro se transformou no maior campeão da Copa do Brasil, com seis conquistas, na noite desta quarta-feira ao derrotar o Corinthians pelo placar de 2 a 1, no Itaquerão. O time celeste foi para São Paulo em vantagem, após ter vencido o confronto de ida, no Mineirão, pelo mesmo placar.

Com um time limitado, o Corinthians até esboçou momentos de pressão, chegou a incomodar o Cruzeiro e sentiu o gostinho dos pênaltis, com Pedrinho, que acabou tendo gol anulado. A experência da equipe mineira e a força do elenco pesaram à favor.

No duelo entre os técnicos, Jair Ventura apostou na surpresa, colocou em campo um time mais ofensivo, mas parou no sangue frio do Cruzeiro, que foi no básico, seguro e acabou sendo campeão.

Cruzeiro derrotou o Corinthians nesta quarta-feira - Lucas Figueiredo / CBF
Cruzeiro derrotou o Corinthians nesta quarta-feira

VEJA AS NOTAS:

CORINTHIANS

Cássio: 5,5. Cássio fez defesas preciosas, não teve culpa nos gols, mas não brilhou.

Fagner: 5. Não foi o Fagner da Seleção Brasileira. Foi anulado por Lucas Romero.

Léo Santos: 3,5. Falhou em momentos decisivos. A falta experiência pesou contra.

Henrique: 4. Henrique esteve abaixo do que já rendeu, inclusive, neste ano. Ficou devendo.

Danilo Avelar: 5,5. Apesar da defesa do Corinthians parecer perdida em momentos cruciais, Danilo conseguiu segurar Edilson, que pouco apareceu no jogo.

Ralf: 7. Foi um dos melhores pelo lado do Corinthians. Voltou a mostrar um grande futebol, poderia ter saído como herói.

Gabriel: 5. Fez o básico, nada além disso.

Jadson: 7. Sempre ele, praticamente todas as bolas do Corinthians passaram pelos pés de Jadson. Fez o único gol do Timão na partida.

Emerson Sheik: 6. Teve força de vontade, mas não é aquele jogador de antigamente.

Jonathas: 4. Passou em branco.

Romero: 4,5. Jogou? Romero é conhecido por irritar adversário, mas parou na forte marcação da equipe celeste.

Suplentes

Pedrinho: 6,5. Chamou a ‘responsa’, colocou fogo na partida e poderia ter sido o cara do jogo, se o gol não tivesse sido anulado.

Clayson: Sem nota. Não ficou em campo tempo suficiente para ser avaliado

Mateus Vital: Sem nota. Não ficou em campo tempo suficiente para ser avaliado

Técnico: Jair Ventura: 6,5. Tentou, apostou no diferente, mas a limitação da equipe jogou contra. Na base da superação, fez a equipe jogar um bom futebol.

CRUZEIRO

Fábio: 5. Fábio foi discreto. Não fez os milagres de costuma, mas também não falhou.

Edilson: 5,5. Não apareceu. Foi bem marcado.

Dedé: 8. Vem sendo o melhor jogador do Cruzeiro há algum tempo. Venceu todas no sistema defensiva e ainda ajudou o ataque.

Léo: 7. Seguro. Léo cresceu muito ao lado do Dedé. Não foi perfeito igual ao companheiro, mas rendeu o esperado.

Lucas Romero: 6,5. Segurou Fagner. Fez seu papel de anular um jogador que esteve na Copa do Mundo.

Henrique: 7.5 Assim como a defesa, Henrique também foi um dos destaques do Cruzeiro.

Ariel Cabral: 6. Não fez uma partida como no jogo de ida, mas se comportou de forma regular.

Thiago Neves: 5. Apesar da experiência, sentiu. Jogou abaixo e ainda cometeu o pênalti, convertido por Jadson.

Robinho; 6,5. Fez o gol do Cruzeiro em um bonito chute e ajudou taticamente. Como Corinthians teve a posse de bola, pouco apareceu.

Rafinha: 6. Esteve participativo principalmente no primeiro tempo, depois caiu de produção e acabou substituído. Participou do lance do gol.

Barcos: 6,5. Apesar de passar em branco, fez um bom jogo. No lance do gol, mandou a bola na trave.

Suplentes

Arrascaeta 7,5. Entrou em campo para fazer um estrago. Marcou o gol da vitória da equipe mineira.

Raniel: 7. Outro que saiu do banco para ter boa participação. O elenco acabou fazendo a diferença

Lucas Silva: Sem nota. Não ficou tempo suficiente em campo para ser avaliado.

Técnico: Mano Menezes: 7,5. Transformou o Cruzeiro em um time multicampeão. Novamente soube conter a afobação da equipe, e fez substituições pontuais, que renderam o título à Raposa.