Atuações de Ponte Preta, do Guaratinguetá e do juiz
Campinas, SP, 12 (AFI) – Como todo jogo semifinal, o jogo entre POnte Preat 1 x 0 Guaratinguetá foi bastate movimentado. Se não agradou a torcida por ter muita marcação, pelo menos, ninguém pode se queizar da falta de movimentação. Os dois times se entregaram em campo. Enfim, a semifinal caipira foi muito boa. Mereceu Nota 8.
PONTE PRETA- Atuações
Aranha – Fez duas grandes defesas, uma em cada tempo, quando seu time ainda sofria com o zero a zero. Puxou uma saída de bola no primeiro tempo armando contra-ataque maravilhoso. Foi muito bem. Nota 8.
Eduardo Arroz – Jamais desistiu de ir para cima do adversário. E deixou o campo como herói ao marcar um gol de pé esquerdo, que não é seu forte. Nota 8.
César – Posicona bem a defesa e sabe usar sua experiência. É tão tranqüilo que, ás vezes, dá susto na torcida. Mas faz bem a sua parte. Nota 6.
Jean – Não perde viagem e não dá espaços na marcação. Manteve sua regularidade. Nota 6.
Vicente – Jogou com o freio de mão amarrado. Ainda tentou ir ao ataque, poucas vezes, no primeiro tempo. Mas ficou devendo. Nota 5.
Deda – Muito importante na marcação. Usa bem sua força. Foi bem. Nota 6.
Bilica – Irriquieto, do jeito que a torcida da Macaca gosta. Também foi bem na marcação. Nota 5.
Renato – Chamou o jogo para si, como deve fazer um jogador técnico. E tentou muito nas bolas paradas, inclusive na cobrança de escanteio que antecedeu o gol da vitória. Nota 7.
Elias – Ficou devendo. Não soube sair da marcação adversária. Poucas vezes foi para cima dos adversários, num jogo em que este era o caminho. Tem qualidade e deve ser cobrado. Nota 4.
Luís Ricardo – Caiu para os dois lados do campo e realizou um papel tático fundamental. Dessa vez nem deixou o técnico substituí-lo. Nota 8.
Wanderley – Jogou muito de costas, embora estivesse muito isolado. Mas lutou. Nota 4.
Marcelo Soares – Pisou no gramado do majestoso com a cabeça na lua. Pisou na bola várias vezes enquanto esteve em campo. Uma decepção. Não era sua noite. Nota 2.
Danilo Neco – Entrou e impôs sua velocidade, partindo para cima dos adversários, como os companheiros deveriam ter feito antes. Muito bem. Nota 6.
Ricardo Conceição – Entrou para reforçar a marcação e cumpriu bem seu papel. Nota 5.
Técnico – Sérgio Guedes – Mostrou toda sua personalidade ao tirar Marcelo Soares no meio do segundo tempo, mesmo ele tendo entrado no intervalo na vaga de Wanderley. Também colocou Ricardo Conceição na hora certa para segurar o jogo. Se dependesse dele, com certeza, seu time iria ser mais ofensivo e mais eficiente. Nota 8.
GUARATINGUETÁ – Atuações
Fábio – Foi bem no jogo aéreo, no primeiro tempo, mas falhou no lance capital: no gol. Caiu tarde demais na bola. Depois fez uma grande defesa. Nota 5.
Renato – Posicionou bem a sua defesa e mostrou personalidade. Nota 6.
Toninho – Um zagueiro rebatedor, do estilo Ronaldão, ex-São Paulo e Ponte Preta. Fez a sua parte até seu time não sofrer o gol. Nota 5.
Thiago Gomes – Também compôs bem a defesa e se mostrou eficiente principalmente pelo alto. Nota 5.
Alex Silva – Com velocidade deu trabalho na marcação a ponto de intimidar os avanços de Vicente, lateral-esquerdo da Ponte. Nota 7.
Magal – Eficiente na marcação. Foi muito bem no papel que lhe foi confiado. Nota 7.
Michael – Ficou isolado para ser o “criador” das jogadas do Guará. Bem marcado, pouco fez, além de algumas firulas. Nota 4.
Alê – É um bom marcador, não mais do que isso. Mas desempenhou sua função dentro do esquema armado pela sua equipe. Nota 5.
Jéferson – Ensaiou algumas jogadas ofensivas, mas ficou muito atrás. Não apareceu muito para o jogo e ainda levou nas costas as principais jogadas ofensivas da Ponte. Nota 4.
Alessandro – Apesar da idade e do peso se movimenta ainda muito bem. Usou bem sua experiência e deu trabalho. Nota 7.
Dinei – Jogou? Pouco apareceu. É tipo do atacante finalizador, mas desta vez ficou devendo. Nota 4.
Jackson – Entrou e chamou a atenção pelo tamanho de sua bunda. É forte, mas pouco técnico. Nota 5.
Bolívia – Deu velocidade ao ataque, mas também falhou na finalização. Nota 5.
Nenê – Entrou para, talvez, decidir numa bola parada. Mas não teve chance disso. Nota 5.
Técnico – Guilherme Macuglia – Com uma defesa limitada tecnicamente, armou muito bem o sistema de marcação do Guará. Se o seu ataque não falhasse nas finalizações, poderia ter feito história dentro do Majestoso. Ao final do jogo lamentou as chances de gols criadas e perdidas, mas levou a esperança de chegar à final do Paulistão no jogo de volta. Já amrcou presença na temporada. Nota 7.
ARBITRAGEM
O juiz Sálvio Spinola Fagundes Filho conseguiu ser um “banana” em campo. Não teve postura de um árbitro de primeira linha. Não coibiu o excesso de faltas do Guará e deixou os jogadores reclamarem muito em campo. Falou demais, ouviu demais e apitou demais, sendo irritante ao parar o jogo a todo momento. Levou tantos tapinhas nas costas dos visitantes que parecia pia de igreja.
Por sorte, não comprometeu em nenhum lance grave, como falta ou pênalti. Mas poderia ter sido melhor e ter aumentado a qualidade do jogo, que não era um simples jogo, mas uma semifinal do Paulistão. Nota 4.





































































































































