Atlético Paranaense criticou duramente o STJD da CBF; já a Ponte Preta...

Justiça desportiva pegou pesado contra os dois clubes

Atlético Paranaense criticou duramente o STJD da CBF; já a Ponte Preta...

Como de praxe, abstenho-me do achismo pré-jogos dos clubes de Campinas, mas convenhamos que qualquer outro resultado que não seja vitória do Guarani sobre o Brasil de Pelotas, em Campinas, é tragédia, visto que o time gaúcho está na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro da Série B.

No Paraná, a Ponte Preta vai se reencontrar com o seu ex-treinador Eduardo Baptista, que dirige o Coritiba. Os dois últimos tropeços da Ponte foram de amargar.

Feito o registro, cabe um comparativo de como reagem de forma distintas as diretoria do Atlético Paranaense e Ponte Preta sobre processos julgados no pleno do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportivo) da CBF, com flagrante injustiça.

ROJÃO E CELULAR

Enquanto dirigentes pontepretanos se calaram diante do absurdo de suspensão de dois jogos, por causa de um gaiato que atirou rojão de fora para dentro do Estádio Moisés Lucarelli, os paranaenses criticaram duramente punição imposta ao clube e goleiro Santos.

Em jogo contra o Atlético Mineiro, em maio passado, Santos foi flagrado – antes da partida – com celular nas mãos, apenas em agenda comercial para a empresa Uber.

Denunciado, acabou absolvido em primeira instância, mas o recurso da procuradoria do órgão foi acatado pelo pleno, resultando em multa de R$ 50 mil ao clube e suspensão de um jogo ao goleiro.

Em ambos os casos o tribunal pegou pesado, mas apenas o Furacão reagiu. A Ponte fez papel de cordeirinho, até que provem ao contrário.