Athletico Paranaense registra superávit pelo sétimo ano seguido

Clube ainda quebrou o próprio recorde, o Furacão registrou R$134,4 milhões de lucro. Nos últimos nove anos, oito foram no azul

Clube ainda quebrou o próprio recorde, o Furacão registrou R$134,4 milhões de lucro. Nos últimos nove anos, oito foram no azul

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Curitiba, PR, 23 (AFI) – Pelo sétimo ano seguido, o Athletico Paranaense registrou superávit e bateu seu próprio recorde. O clube superou as dificuldades da pandemia da Covid-19 e divulgou seu balanço financeiro na noite de quinta-feira com superávit de R$ 134,4 milhões.

Presidente Mário Celso Petraglia - Foto: Divulgação / Athletico

Presidente Mário Celso Petraglia – Foto: Divulgação / Athletico

RENTÁVEL

É o sétimo ano seguido fechando o ano no azul. Só não foi o oitavo, pois em 2013 a Arena da Baixada estava fechada para obras e com isso teve um déficit de R$ 6,4 milhões. O recorde anterior do clube era no ano de 2012, quando teve um superávit de R$122,8 milhões. Ou seja, nos últimos nove anos, oito foram no azul.

VENDA DE JOGADORES

A transferências são um dos fatores principais para o sucesso econômico em um ano tão atípico como o de 2020. O clube recebeu R$ 67,3 milhões, mais do que o triplo registrado no ano anterior (cerca de R$ 19 milhões).

DINHEIRO GRANDE

Somente a venda do meio-campista Bruno Guimarães para o Lyon, da França, rendeu ao cofres Athleticanos o valor de R$ 93 milhões

QUEDAS

Apesar do ano ter sido muito positivo, algumas receitas do clube caíram em relação ao ano de 2019, são elas: a premiação baixou de R$ 84,8 milhões em 2019 (ano do título da Copa do Brasil) para R$ 28,6 milhões e direitos de transmissão também diminuíram, de R$ 74,8 milhões para R$ 46 milhões.

BILHETERIA

Graças aos jogos de portões fechados, a receita com bilheteria despencou de R$ 23,5 milhões em 2019 para R$ 1,8 milhão em 2020.

SETORES MENORES

Ainda como efeito da pandemia, o clube viu outras receitas caírem, como a loja oficial (de R$ 13 milhões para R$ 9,7 milhões), “alimentação e bebida” (de R$ 7,6 milhões para R$ 1 milhão), “promoções e publicidade” (de R$ 17,3 milhões para R$ 12 milhões) e “patrocínios e concessões do uso logomarca” (de R$ 3,1 milhões para R$ 1,6 milhão).