Até quando os baderneiros que ‘ferraram’ a Ponte Preta continuarão impunes?

Pontepretano já pode acompanhar jogos da equipe como visitante

Até quando os baderneiros que ‘ferraram’ a Ponte Preta continuarão impunes?

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Louve-se o empenho de dirigentes pontepretanos para que punições impostas por Ministério Público estadual e Federação Paulista de Futebol contra o clube fossem revogadas.

Acabou aquela aflição do pontepretano de não poder acompanhar a sua equipe na condição de visitante.

A Ponte também volta a receber torcedores de adversários no Estádio Moisés Lucarelli, restando, portanto, apenas o último dos seis jogos determinados como portões fechados em jogos dela, em Campinas.

E os baderneiros continuam impunes?

E os baderneiros continuam impunes?

Se o presidente da Ponte, José Armando Abdalla Júnior, prometeu tomar todas as medidas necessárias para coibir a violência, faltou completar que deveria ter ‘dedurado’ às autoridades competentes cada um dos baderneiros que provocaram arruaça naquele fatídico jogo contra o Vitória da Bahia, em novembro do ano passado, que culminou com o rebaixamento da equipe à Série B do Campeonato Brasileiro.

Imagens de torcedores que provocaram rombo no alambrado, para invadir o gramado, são claras. Basta requerê-las em emissoras de televisão locais.

Abdalla fez isso? Se fez, não ficamos sabendo. Se o caso – com as devidas provas – foi levado à autoridade policial para se instaurar inquérito, precisamos saber a quantas anda.

PREJUÍZO

Inaceitável os ‘cara’ invadirem o gramado, provocarem prejuízo ao clube até naquele próprio jogo – visto que havia tempo para reversão do placar adverso -, e ficar tudo por isso mesmo. Continuarem impunes e ‘zanzando’ nas proximidade do estádio.

Aquela invasão desencadeou penalidade de seis jogos sem público no Estádio Moisés Lucarelli, na Série B, refletindo em prejuízo financeiro ao clube, e ao torcedor do bem, impedido de acompanhar a sua equipe.

Punições exemplares aos baderneiros são imprescindíveis, para desencorajar outros aloprados a não terem reações semelhantes, doravante.