Atacante polêmico se recusa fazer doping e é suspenso por quatro anos

Jogador não poderá entrar em campo na Arábia Saudita

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Campinas, SP, 16 (AFI) – Mesmo do outro lado do mundo, o atacante Jobson. O ex-atacante do Botafogo foi suspenso nesta quarta-feira por quatro anos pelo Comitê Antidoping da Arábia Saudita por ter se recusado a fazer exame antidoping em partida pelo Al Ittihad.

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Segundo a entidade, o clube foi informado da infração. Jobson também foi procurado pessoalmente, mas não falou sobre o caso. Além disto, o comitê reclama de duas faltas do atacante em audiências Gabinete da Presidência Geral da Juventude e Bem-Estar de Jidá – no dia 8 de abril e na última terça-feira.

A punição começou a valer no dia 1º de abril e vale para jogos dentro e fora da Arábia Saudita. Jobson tem duas semanas para apresentar sua defesa e tentar reverter a decisão. O atacante ficou um ano fora do futebol, após ter testado positivo para cocaína, em 2009.

Mais do mesmo!
Jobson Leandro Pereira, de 25 anos, tem um currículo recheado de polêmicas. Em 2009, ele teve acusado o uso de cocaína em um exame antidoping, quando defendia o Botafogo. Após idas e vindas nos tribunais esportivos, o jogador voltou a atuar em 2011 pelo Bahia, do qual foi dispensado por indisciplina. Ainda seria suspenso no segundo semestre de 2011, por mais seis meses.

Neste ano, desde que acertou com o São Caetano para a disputa do Paulistão, Jobson se envolveu em algumas polêmicas. Uma delas foi em março. O atacante foi acusado de ter agredido a mulher, Thayne Bárbara, e passou a madrugada na Delegacia de São Caetano do Sul prestando depoimento. Em abril, ele voltou a ter seu nome em uma página policial.

De folga, Jobson saiu com os amigos para beber e entregou o carro para um menor de idada com medo de ser pego na blitz da Lei Seca. Porém, a dupla encontrou pelo caminho um comando, só que ao invés de parar, resolveu acelerar. Quando parados, os dois desceram do carro e o atacante quis discutir com os oficiais do local. Ele foi levado para a delegacia e teve que assinar um termo por desacato e resistência à prisão.