Atacante emprestado a time de Campinas não pode jogar graças a bloqueio na Justiça
Advogados do jogador Matheus Davó entram com pedido para que libere o registro na CBF. Defesa alega que decisão fere a Constituição
Advogados do jogador Matheus Davó entram com pedido para que libere o registro na CBF. Defesa alega que decisão fere a Constituição
Campinas, SP, 17 (AFI) – Os advogados do atacante Matheus Davó, atualmente emprestado ao Guarani, entraram com um pedido para tentar a liberação do atacante. O Bugre enfrenta problemas com o registro do atleta desde que Justiça manteve o bloqueio dos direitos econômicos do jogador.
IMBRÓGLIO ANTIGO
A situação que o atacante se encontra é decorrente de problemas de gestões passadas envolvendo o clube alviverde. Uma dívida junto a empresa RDRN Participações e Empreendimentos LTDA. A empresa entendeu que mesmo após o Guarani ter realizado o pagamento da dívida, ainda faltava o pagamento de uma parcela. Dessa forma, bloqueando os direitos econômicos do atleta, já que a Justiça atrelou a liberação ao pagamento da dívida.
POSIÇÃO DO JOGADOR
Os advogados do atacante entraram com um recurso pedindo a liberação do bloqueio junto à CBF, para que o jogador possa trabalhar. O pedido ainda ressalta que o atacante não está envolvido nessa parte judicial, e que não seria justo que mesmo assim fosse prejudicado.
A defesa ainda diz que a decisão fere a Constituição ao romper a garantia da liberdade de trabalho. O pedido foi apresentado ao Juiz nessa quarta-feira, que deu cinco dias para que a empresa se manifeste a respeito do pedido.
BLOQUEIO DOS DIREITOS
O processo inicialmente determinou a penhora dos direitos econômicos do jogador como garantia de uma dívida do Guarani com a empresa. Quando o jogador foi transferido ao Bugre, o clube foi obrigado a realizar um pagamento a empresa. Mesmo após já ter feito um pagamento, quitou parcela no valor de R$7.790,93. Então o juiz deu um prazo de 48 horas para que a empresa se manifestasse. Eles alegaram que faltava o pagamento no valor de R$ 7.186,53. O magistrado entendeu cabível a alegação e permaneceu com o bloqueio até que o Guarani pague o valor.
O atacante já perdeu as quatro primeiras partidas do campeonato.
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