Atacante Claudinho calou os céticos; e agora José?
Atacante Claudinho calou os céticos; e agora José?
Atacante Claudinho calou os céticos; e agora José?
Paranaense Paola Rhoden, pós-graduada em gerência pessoal, cita que estar ciente de que somos falíveis já é uma vitória.
Já que é assim, em tempo de retrospectiva, reflexão, admissão de posturas erradas, devemos admitir que erramos barbaramente na avaliação que havia sido feita sobre o meia-atacante Claudinho, do Bragantino.
Esse erramos começa na base do Santos, que não ficou com o jogador.
Nos juniores do Corinthians, apesar de indícios de que vingaria no profissional, não lhe deram chances provavelmente por não ter avançado sobre o estágio de ‘promessa’.
Por isso acabou envolvido em negociação com a Ponte Preta na transferência do atacante Clayson para o Timão.
Na ocasião, a Ponte recebeu R$ 3,5 milhões e os jogadores Claudinho e meia Léo Arthur.

O Corinthians soube se resguardar com 50% dos direitos econômicos de Claudinho sobre futura negociação, mas o atleta renovou com o Bragantino até 2023.
FIASCO NA PONTE
Se em recente entrevista à Rádio Jovem Pan Claudinho lamentou falta de oportunidade no Corinthians, eis que na Ponte Preta – a partir do início da Série A do Brasileiro em 2017 – recebeu todas as oportunidades possíveis e foi um fiasco.
Aquelas atuações irregulares resultaram em desgaste à torcida e ásperos comentários da mídia campineira.
Quando da goleada por 3 a 0 que a Ponte sofreu para o Bahia em Campinas, dia 12 de julho de 2017, o treinador Gilson Kleina foi duramente criticado neste espaço com essa citação: ‘Kleina é culpado por iniciar a partida com o fraco Claudinho, que além de perder gol feito não acrescenta absolutamente nada’.
Jornalista Elias Aredes Júnior, titular do portal Só Dérbi, foi lacônico na avaliação sobre Claudinho no mesmo jogo: apático e sem iniciativa’.
OUTROS FRACASSOS
E isso se estendeu por quase todos os segmentos analíticos de Campinas, restando ao atleta seguir trajetória de empréstimo sem convencer na primeira participação no Red Bull Brasil, quando marcou apenas um gol em nove jogos.
Repassado ao Oeste, voltou a não convencer, o que provocou devolução ao Red Bull, já incorporado ao Bragantino.
Pois foi no último Campeonato Brasileiro da Série B que a história de Claudinho ganhou contorno inesperado.
Quem acompanhou apenas alguns lances primorosos dele em jogos contra Guarani e Ponte Preta, que acesse o canal do Youtube com amostra mais detalhada de jogadas espetaculares dele na maioria dos jogos, o que resultou na escolha de o craque da competição.
Se nos tempo de Ponte Preta Claudinho chutava a bola na ‘lua’, nas finalizações, no Bragantino esnobou ao bater de primeira, com efeito, em chutes quer no chão, quer no alto.
A lucidez pra limpar jogadas, usar velocidade nos contra-ataques e precisão nos lançamentos também foram marcas registradas de Claudinho.
E agora, José?
Como ficamos com o tremendo erro de avaliação?





































































































































