Arma de fogo já acompanhou jogadores de futebol em décadas passadas

O atacante Parada sacou a arma quando defendia o Guarani FC

Arma de fogo já acompanhou jogadores de futebol em décadas passadas

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Campinas, SP, 22, (AFI) – O futebol sempre foi uma paixão dos brasileiros. O amor pelo clube chega a ultrapassar barreiras. Em décadas passadas o exagero predominava, os profissionais davam show em campo, mas alguns deles usavam até arma de fogo para conter os mais exaltados.

Árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia chegava armado para apitar os jogos

Árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia chegava armado para apitar os jogos

O competente jornalista Ariovaldo Izac relembra alguns casos como o do árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia, Mario Sérgio quando jogava pelo São Paulo e Antônio Parada Neto pelo Guarani em 1967.

Parada era um atacante de rara habilidade. Foi destaque do Guarani dentro e fora de campo. Em um jogo contra a Portuguesa Santista ele dispersou torcedores do time da baixada com tiros para o alto. Ouça os detalhes na matéria do jornalista Ariovaldo Izac. Clique!

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