Arena Ponte Preta: Um projeto moderno, viável e lucrativo
Campinas, SP, 10 (AFI) – Há quase dois anos vem sendo discutido o projeto da construção da moderna Arena Ponte Preta. Apesar da existência de várias comissões de especialistas – engenheiros,
construtores, advogados, contadores – ainda algumas pessoas levantam duvidas básicas sobre a questão.
O projeto vai custar em torno de R$ 120 a R$ 130 milhões, segundo estimativas atuais. E será administrado por uma SPE – sociedade entre a direção da Ponte Preta e a empresa Oderbrecht. Cada uma das partes vai arcar com 15% do valor e os restantes 70% serão cobertos por um empréstimo do BNDES – Banco de Desenvolvimento.
”O BNDES não emprestaria dinheiro a quem não tem crédito, se não soubesse da viabilidade e da responsabilidade do projeto”, reforça o presidente da Ponte Preta, Sérgio Carnielli, preocupado com a modernização do clube.
Negócio transparente
Para garantir este valor de empréstimo, o clube vai alienar o Estádio Moisés Lucarelli, uma operação normal neste tipo de negócio. OU seja, o Majestoso será entregue como garantia do pagamento.
Projeto moderno
A Arena Ponte Preta vai ser construído em três anos no terreno atual do Poliesportivo do Jardim Eulina, às margens da Via Anhanguera. Vai abrigar pouco mais de 30 mil torcedores, confortavelmente acomodados, além de ampla estrutura para atender seu público.
Como será uma arena multiuso – para shows e eventos – poderá gerar recursos que vão ajudar na manutenção do clube, em especial, do departamento de futebol.
Preservação histórica do Majestoso
O Majestoso será utilizado até o término da Arena Ponte Preta. Depois será negociado, possivelmente, para algum empreendimento
imobiliário. Já existe, porém, algumas questões históricas mantidas na exigência da licitação que será feita. Serão preservadas algumas partes do estádio, como seu perfil de entrada e a estátua de Moisés Lucarelli, um dos líderes da construção do Majestoso, feito na base de mutirão na década de 50.
Por ser uma construção de 60 anos, o Majestoso sofre com problemas na sua infra-estrutura. Uma ampla reforma seria inviável economicamente e não conseguiria modernizar o estádio, que sempre sofreria com dificuldades de estrutura, como a falta de estacionamento e do sistema viário (ruas) e urbano (bairro e casas residênciais).





































































































































