Arena Fonte Nova fecha com empresa de energia e muda de nome

Os valores envolvidos e o prazo de duração do contrato não foram divulgados pelas partes

A negociação marca uma nova etapa na exploração comercial do equipamento esportivo, que recebe partidas de futebol, shows e grandes eventos

Fonte Nova
Foto: Divulgação

Salvador, BA , 19 (AFI) – A Arena Fonte Nova, em Salvador, terá uma nova identidade comercial após fechar um acordo de naming rights com a Acelen, empresa do setor energético responsável pela Refinaria de Mataripe, na Bahia. Com a parceria, anunciada nesta segunda-feira (19), o estádio passa a se chamar Arena Acelen Fonte Nova.

A negociação marca uma nova etapa na exploração comercial do equipamento esportivo, que recebe partidas de futebol, shows e grandes eventos. Os valores envolvidos e o prazo de duração do contrato não foram divulgados pelas partes.

SUSPENSÃO DE CONTRATO

A Acelen assume o espaço anteriormente ocupado pela Casa de Apostas, cuja parceria foi interrompida após a suspensão das atividades relacionadas ao setor de apostas pelo governo federal, em setembro deste ano. O contrato anterior, firmado em 2023, previa um investimento aproximado de R$ 52 milhões ao longo de quatro anos.

Além da mudança no nome, o acordo prevê uma identidade visual que preserva elementos tradicionais da arena. A proposta da nova marca inclui a recuperação dos arcos e a manutenção da tipografia original, com o objetivo de respeitar a história do estádio e sua ligação com a população baiana.

Segundo Marcelo Lyra, vice-presidente de Relações Institucionais, Comunicação, ESG e Desenvolvimento Territorial da Acelen, a parceria representa uma oportunidade de fortalecer a presença da companhia no estado e ampliar sua conexão com o público por meio do esporte e do entretenimento.

MUDANÇAS

Esta é a terceira vez que a Arena Fonte Nova comercializa os direitos de nome desde sua reinauguração, em 2013. Antes da Casa de Apostas, o estádio recebeu a marca Itaipava, em uma parceria que durou dez anos.

Inaugurada em 2013, a arena é administrada por uma concessionária cujo contrato de parceria público-privada tem prazo previsto até março de 2028.

O Bahia, por meio do Grupo City, já manifestou interesse em participar de uma futura disputa pela gestão do estádio, mas a negociação dos naming rights não representa uma mudança na administração do espaço.

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