Árbitro recebe ameaça de morte após jogo pela Série C
Brasília, DF, 20 (AFI) – A partida Crac-GO 2 a 0 Ceilândia-DF, disputada na última quarta-feira, no Estádio Genervino Fonseca, em Catalão, Goiás, teve reclamações tanto por parte dos dirigentes do Ceilândia, como também, do árbitro mineiro Juliano Lopes Lobato.
No intervalo de jogo, o técnico Marquinhos Bahia, um profissional equilibrado e competente, acabou reclamando da arbitragem, pois considerou que as punições ao seu clube foram feitas com excesso. Acabou sendo expulso pelo comandante da partida.
Ao final do jogo, conforme a súmula da partida, novamente o treinador do Ceilândia, Marquinhos Bahia, teria se aproximado do árbitro Juliano Lopes Lobato, disparando as seguintes palavras.
“Você vai em Brasília. Vamos mandar te matar”, teria dito o treinador do time da capital federal.
O responsável pela condução da partida entre CRAC e Ceilandia, distribuiu seis cartões amarelos para o CRAC, além de um cartão vermelho. Já para o Ceilândia, foram sete cartões amarelos e dois vermelhos. No jogo, foram 16 cartões mostrados por Juliano Lobato, de Minas Gerais.
Marquinhos Bahia, que foi eleito o melhor treinador do campeonato brasiliense deste ano, à frente do Esportivo Guará, sendo o vice-campeão, tem se destacado pela sua tranqüilidade e bom trato com todos os profissionais que o cercam.
O assessor de imprensa do Ceilândia Esporte Clube, Wellington Vareta, em entrevista ao Futebol Interior, declarou que teve muitas reclamações ao final do jogo, mas que desconhece as acusações do árbitro.
“No final do jogo realmente existiram várias reclamações sobre a atuação do árbitro. Nos sentimos prejudicados com sete cartões amarelos e duas expulsões. Dois pênaltis não foram dados ao nosso favor. Agora, ameaça de morte e tentativa de agressão, com certeza não aconteceu”, disse Vareta.
O assessor ainda relatou que se houvesse algum tipo de ameaça, o policiamento teria detido quem teria feito isso, já que os policias acompanharam o árn]bitro até os vestiários
“Com certeza, se houvesse alguma ameaça de morte ao árbitro, ele teria acionado os policiais e, de imediato, pediria uma ação neste sentido. A própria guarnição da Polícia Militar de Goiás, fez a escolta de nosso ônibus, garantindo nosso saída com segurança”, completou Wellington.





































































































































