Após o término da Série A2, CAT continua "parado no tempo"
Taquaritinga, SP, 14 (AFI) – Parado no tempo. É assim que o CAT se encontra desde o início do mês. Fato que, por sua vez, vem se comprovando a cada dia. Tanto dentro, mas como principalmente fora de campo, na questão dos bastidores. A última partida do time foi no dia 31 de maio, contra o Monte Azul, fora de casa. Inativo desde o término da Série A2, o tricolor da Araraquarense ainda não possui um planejamento estipulado para o segundo semestre.
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Justamente por esse motivo, a situação é preocupante. Desta forma, o sinal de alerta deve ser ligado. E não é para menos. O momento é de pensar no futuro e buscar novas soluções internas, algo que parece não estar acontecendo. O único objetivo deve ser prever o que poderá ser feito no restante da temporada. Porém, no clube, o clima continua sendo de total incerteza. A ansiedade por novidades e boas notícias é evidente.
De um modo geral, muito se fala e pouco se faz. Somente com boatos nos bastidores, o clube não poderá almejar vôos maiores. Se fosse assim, o Leão teria garantido o acesso há muito tempo. Para reverter o quadro problemático que o clube vive, é necessário que existam soluções concretas, e que acima de tudo, possam funcionar na prática. Na teoria, tudo é simples. Entretanto, mudanças consideráveis devem ocorrer com urgência.
Num momento de transição como esse, começam a se ventilar possíveis parcerias. As mesmas apresentam propostas e fixam suas respectivas intenções. Com o CAT, a história não é diferente, vide as temporadas anteriores. Deste modo, a expectativa é de que, em Taquaritinga, todos tenham aprendido com os erros do passado em relação ao assunto. Foram diversas decepções com pessoas que só prometeram, mas nada fizeram.
A má situação financeira do clube acaba, querendo ou não, atraindo tais parcerias, que no momento de dificuldades, aparecem como soluções imediatas. Porém, na realidade, é preciso ter muita cautela e uma devida análise daquilo que será decidido. Talvez se existisse um apoio maior por parte da própria cidade, as coisas poderiam ser diferentes. Taquaritinga deve se lembrar que possui uma equipe profissional com as portas abertas.
O que o torcedor espera é mudança e inovação na maneira de conduzir o CAT. Em todos os anos, a história se repete. O que se altera são apenas os personagens. Já passou da hora de corrigir os erros que estão se perdurando há um longo período. Visando melhoras, é preciso implantar idéias inovadoras. O clube deve pensar grande e focar o melhor. Isso só será possível quando existir planejamento e organização nos bastidores.
Pelas condições apresentadas desde o início da temporada, ter permanecido na Série A2 por mais um ano pode até ser considerado um feito. Mas isso não foi o suficiente, já que o intuito sempre foi conquistar o acesso. A escassez por novidades chega a ser algo natural neste momento, já que o Leão encerrou a sua participação no estadual há duas semanas, e como não vai disputar a Copa Paulista, só retorna a campo a partir de agosto.
No dia 1º, a equipe Sub 20 estréia no Campeonato Paulista. O pontapé inicial será contra o Rio Claro, às 15 horas, no Estádio Dr. Augusto Schimidt Filho. Para as categorias de base, é essencial que se conceda um respaldo necessário em relação à estrutura. Ao menos o básico para que ocorra um bom trabalho deve ser oferecido. Os pratas da casa possuem capacidade, e as campanhas de anos anteriores demonstram isso.





































































































































