Após entrar na Justiça, atacante diz que Santa jogou clássico com salários atrasados
Jogadores vivam expectativa de receber dois meses de vencimentos antes do jogo da eliminação na Série C
Jogadores vivam expectativa de receber dois meses de vencimentos antes do jogo da eliminação na Série C
Recife, PE, 17 (AFI) – O atacante Augusto está saindo do Santa Cruz bastante insatisfeito.. Ele entrou com uma ação na Justiça para cobrar pagamentos atrasados acumulados desde o ano de 2017, quando foi contratado. Além disso, criticou bastante a diretoria coral e revelou que o clube terminou a temporada com dois meses de salários atrasados.
Foi diante deste cenário de instabilidade que o Timbu disputou o clássico decisivo contra o Náutico, na última rodada da Série C, dia 24 de agosto, e acabou eliminado pelo rival.
“A gente foi para o jogo do Náutico com dois meses de salários atrasados. O jogo aconteceu dia 24 e dia 30 vencia o segundo mês de atraso. Não existe o tanto de cota que a gente ganhou na Copa do Brasil e terem atrasado salários e premiações. Só no final da temporada eles dividiram e pagaram uma parcela das premiações. Não tem condições de ir para uma decisão desse jeito. Isso tendo recebido as cotas que a gente recebeu”, lamentou Augusto em entrevista ao Jornal do Comércio.
ACORDO NÃO CUMPRIDO
Augusto também disse que fez um acordo para receber o valor devido pelo clube. Segundo ele, tudo foi acertado em uma conversa com Roberto Freire, coordenador do núcleo gesto do Santa, mas a promessa não foi cumprido.
” Acabamos a temporada com dois meses atrasados e ofereceram pagar apenas 30% do valor aberto. Todos os jogadores saíram chateados. Eu disse que não tinha como aceitar, pois trabalhei dois meses e não podia aceitar 30%. Ele disse que era o possível e passou as desculpas dele. Sobre os dois salários atrasados deste ano, ofereci receber apenas um e depois acertar o pra trás e minha rescisão. Ele aceitou, mas disse que seria pago em três vezes: uma entrada, dia 30 e dia 30”, explicou o jogador.
“Chegou dia 30 não pagou. Liguei, mandei mensagem e não me respondeu. Visualizou as mensagens e nada. Dia 1 e 2 fiz as mesmas coisas e nada também. Foi nesse momento que vi que ele (Freire) não iria pagar e cumprir com a palavra dele. Liguei para Helder (Moura, gerente de futebol), que é quem resolve essas coisas de pagamentos. Helder me respondeu e falou que iria entrar em contato com ele. Liguei para Helder de novo e ele me disse que Roberto (Freire) não iria pagar porque eu tinha débitos abertos com o clube. Como não iria pagar um acordo que acertou comigo sobre salários de meses que trabalhei? Não estou pedindo nada. Foi então que resolvi entrar na Justiça”, completou.





































































































































