Apesar do individualismo, é justo citar três jogadas de Neymar que poderiam ter decidido
Atacante deu duas assistências e uma cabeçada, em lances típicos de gols
Apesar do individualismo, é justo citar três jogadas de Neymar que poderiam ter decidido
Gente, graças ao bom Deus, no meu travesseio não tem espinhos.
Havia me juntado ao coro da maioria para críticas ao individualismo em circunstâncias desnecessária do atacante Neymar, da Seleção Brasileira, no empate com a Suíça. E não as retiro.

Todavia, por questão de justiça, é preciso que reconheçamos, igualmente, três jogadas fundamentais protagonizadas por ele que mudariam os olhos das pessoas casos fossem convertidas em gols.
Primeiro: bola ‘acuçarada’ para o volante Paulinho marcar gol, mas ela passou perto do poste esquerdo da meta adversária.
Segundo: cabeçada que exigiu reflexo do goleiro Sommer, devido à curta distância.
Terceiro: mesmo com um bolo de jogadores à sua frente, teve lucidez para vislumbrar o meia-atacante Phellipe Coutinho isolado na área, e serviu-lhe com passe precioso. Se a jogada fosse bem concluída, lembrariam do passe excepcional.
Nos tempos em que era treinador, Jair Picerni repetia a cada entrevista que ‘futebol é resultado’.
Se a Seleção Brasileira tivesse vencido, certamente Neymar não levaria ‘tanta’ paulada. Recomendariam, apenas, para evitar abuso de individualidade distante da área adversária, e para que se preocupe também com o conjunto.





































































































































