Amigo ou inimigo? Dirigente "passa a mão" na renda do Flu
Tudo porque Branco entrou na Justiça contra o Tricolor, cobrando dívidas trabalhistas em sua última passagem pelo clube como jogador, em 1994. O imbróglio jurídico se arrastou até hoje. Estima-se que o ex-atleta deverá receber cerca de R$ 2,8 milhões dos R$ 3.910.044,00 arrecadados na final contra a LDU.
Rio de Janeiro, RJ, 03 (AFI) – Como diz aquele velho ditado, com um amigo deste quem precisa de inimigo? É mais ou menos desta forma que o Fluminense está se sentindo em relação ao coordenador de futebol do clube Branco (foto). É que parte da renda da final da Libertadores foi penhorada. E o grande beneficiado foi o próprio dirigente.
Apesar da situação, no mínimo, inusitada, o dirigente não se mostrou muito preocupado. Mas Ele ficou surpreso com a possibilidade de receber o que lhe é de direito justamente com parte da renda de quarta-feira.”Não sei se a renda foi penhorada. Mas existe sim um processo. A CBF repassou meu salário ao Fluminense e até hoje não vi a cor do dinheiro. Isso chama-se apropriação indébita. Se eu quisesse teria colocado um monte de gente daqui na cadeia”, explicou.





































































































































