Alô Mingone: a quantas anda a venda do Brinco de Ouro?
Metade do prazo para conclusão do negócio já se passou
O técnico Osvaldo Alvarez chegou ao Brinco de Ouro, já foi apresentado como novo técnico do Guarani para a temporada 2012, estuda alguns nomes viáveis de reforços, e até procura conscientizar a torcida bugrina para não criar expectativa sobre campanha empolgante.
Aparentemente tudo encaminhado, mas só aparentemente. Quem garante que a projetada venda do Estádio Brinco de Ouro em 15 dias vai se concretizar? Uma semana já se passou e nada. Ou melhor: o novo presidente do clube, Marcelo Mingone, cogitou até outras fontes de receitas para garantir a funcionalidade do futebol do Guarani.

Mingone gosta de uma ‘latinha’, uma gíria que significa microfone de rádio. Ele não tinha nada de novo para anunciar e se enfiou indevidamente na entrevista coletiva do técnico Osvaldo Alvarez nesta segunda-feira.
Semana passada convocou outra entrevista coletiva para apresentar o empresário Cláudio Fernandes – o Cláudio Corrente – como novo diretor de futebol do Guarani. Só que não se deu conta que no dia anterior Corrente já havia falado em todas as emissoras de rádio de Campinas, com reprodução de outras mídias.
Antes de implorar para que o bugrino ajude o clube nesse momento crítico, Mingone tem que dizer a quantas anda a tal venda do estádio. Afinal, o Guarani ou o investidor interessado na compra já encaminhou à Secretaria de Urbanismo da Prefeitura de Campinas projeto de reutilização da área do estádio, conjecturando-se desfecho do negócio? Como o clube vai pagar a nova comissão técnica? Como vai quitar os quatro meses de salários atrasados dos jogadores e da antiga comissão técnica? Ou vai deixar todo esse pessoal recorrer à Justiça do Trabalho?
No dia da eleição da nova diretoria executiva do clube, semana passada, os conselheiros presentes à convocação deram um voto de confiança em decorrência da afirmação de que a negociação para venda do estádio está 90%, fechada, e que seria adiantado dinheiro para quitação de dívidas inadiáveis. Palavra é palavra.
Se Mingone não responder afirmativamente essas questões, pode estar certo que vai acabar a trégua de setores da oposição.
Vamos aguardar!





































































































































