Adrianinho, ídolo do torcedor pontepretano

Adrianinho, ídolo do torcedor pontepretano

Adrianinho, ídolo do torcedor pontepretano

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Em 2016 o meia Adrianinho apostou a sua última ‘cartada’ na carreira de atleta com transferência ao Fort Lauderdale Strikers, equipe que disputa competição equivalente à Segunda Divisão nos Estados Unidos, que o ex-jogador Ronaldo Fenômeno dedicou parte do seu trabalho durante anos atrás.

De lá pra cá não se teve mais informações se Adrianinho continua vinculado ao clube norte-americano ou se regressou ao Brasil. Seja como for, ele cravou carreira que desabrochou na Ponte Preta nas categorias de base, até que em 1999 acabou promovido ao elenco de profissionais.

HABILIDADE

Embora franzino de 67 quilos, 1,75m de altura, Adrianinho mostrou estilo habilidoso de dribles curtos e facilidade para bater na bola. Assim, logo caiu no gosto da torcida. E nas entrevistas, sem rodeio, falava da admiração pela Ponte Preta, que abriu-lhe as portas para iniciar a carreira.

Durante os quatro primeiros anos de clube ficou caracterizado como exímio cobrador de faltas e finalizações de média e longa distância com a perna esquerda.

Aquelas virtudes foram devidamente constatadas por cartolas do selecionado austríaco, que o requisitaram para defendê-lo.

Cabe esclarecer que embora jundiaiense de certidão de nascimento, Adriano Manfred Laaber, nascido em julho de 1980, poderia ter cidadania austríaca porque o seu pai nasceu naquele país europeu.

O convite até que foi aceito, mas sequer chegou a estrear.

Depois de quatro anos como ídolo pontepretano, o Corinthians veio buscá-lo. Faltou-lhe apenas a chance de deslanchar na equipe paulistana, o que precipitou empréstimo ao Paysandu.

FLAMENGO

Recolocação em grande clube ocorreu no Flamengo, em 2005. Todavia, o destino não lhe reservou sucesso em equipes expressivas. Por isso, na sequência deu início à perambulação em equipes de pequena e de média expressão, até em que em 2012 a Ponte lhe deu nova chance, entremeada por passagem pelo Sobradinho (DF). A concorrência direta pela posição com o meia Renato Cajá o deixou na reserva do time pontepretano na temporada de 2014.

No empate por 1 a 1 com o Náutico, na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE), em novembro daquele ano, com gol pontepretano de Renato Cajá, Adrianinho era opção no meio de campo daquele time treinado por Guto Ferreira, cuja base era formada por Roberto; Jeferson, Tiago Alves, Gilvan e Bryan; Juninho, Adilson Goiano, Renato Cajá (Thomás) e Roni (Adrianinho); Alexandro e Rafael Costa (Jonathan Cafu).