Absolvido, técnico do cai-cai culpa Duque por abandono
Duque de Caxias, RJ, 05 (AFI) – Após sete meses cumpridos pela pena de um ano por acusação de mandar jogadores do Duque de Caxias caírem (caracterizando o cai-cai), durante uma partida da Série C do Campeonato Brasileiro, ano passado, o técnico Marcelo Buarque, que hoje comanda o Volta Redonda-RJ, foi liberado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para voltar a trabalhar na beira dos gramados.
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O restante da pena foi convertido em dez cestas básicas e o treinador, dono da melhor campanha na Copa Rio, poderá voltar a comandar o time de perto a partir da próxima quarta-feira, dia 10, na partida contra o Macaé.
“Foi um alívio, mas mesmo assim considero que fui injustiçado. Foi necessário quase um milagre para classificar um clube, que estava sem dinheiro, para a Série B do Brasileiro e na época me senti carregando a culpa, sozinho, por um ato que não cometi. Ainda assim, a diretoria do Duque de Caxias ficou ao meu lado até o Estadual do Rio. Bastou os resultados não acontecerem para que o clube parasse de acompanhar o processo e me vi obrigado a correr atrás por conta própria”, desabafou Marcelo Buarque.
O pensamento do treinador agora é dar sequência na carreira e esquecer a punição.
“Do Duque de Caxias, quero que fiquem as lembranças dos bons momentos e da conquista da vaga inédita à Série B. Escrevi, positivamente, meu nome na história do clube e isso é o que importa. Agora, quero ajudar o Volta Redonda a conquistar uma vaga na Copa do Brasil ou na Série D, auxiliando o clube a dar passos maiores”, concluiu Buarque.





































































































































