Abel Ferreira, é um encrenqueiro, e que 'enche o saco' da arbitragem, mas ninguém pode negar que taticamente é inigualável no futebol brasileiro.
O técnico Abel Ferreira, do Palmeiras, estuda criteriosamente os seus adversários para levar vantagem dentro de campo.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 15 (AFI) – Convencionando-se mais uma derrota da Ponte Preta, agora diante do Atlético Goianiense, na noite desta sexta-feira, em Indaiatuba, nada a comentar.
Como sobre Guarani o assunto perspectiva de SAF prevalece no noticiário, então vamos para outra praia.
TREINADOR ABEL FERREIRA
Podem citar que o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira, é um encrenqueiro, e que ‘enche o saco’ da arbitragem, mas ninguém pode negar que taticamente é inigualável no futebol brasileiro.
Embora não estivesse no banco de reservas na partida contra o Fluminense, quarta-feira, no Estádio do Maracanã, ele montou a sua equipe com sólido esquema defensivo e vital nos contra-ataques, para a vitória por 2 a 1.
Abel teve a clara percepção do estilo de jogo do Fluminense de rodar a bola no ataque, sem usar velocidade, e isso exigiria forte bloqueio defensivo na cabeça de sua área.
Daí a validade do formato com três zagueiros e dois laterais transformados em ponteiros quando a sua equipe atacasse.
E essa estrutura foi vital para a velocidade nos contra-ataques, explorando a linha alta da defensiva do Fluminense.
ACERTO NA PROPOSTA
E olhem que o Palmeiras geralmente adota postura propositiva, mas quando o treinador estuda criteriosamente o adversário, como fez Abel, pode-se dizer que acertou em cheio na proposta.
O controle de Abel Ferreira sobre o elenco ficou claro na disposição tática de sua equipe.
Até Jhon Arias, atleta que se destaca no ataque, na maioria das vezes exerceu papel defensivo contra o Fluminense, para fechar espaços.





































































































































