A3: Quatro clubes poderão disputar a Série A2 pela primeira vez
Campinas, SP, 3 (AFI) – Com exceção do Osvaldo Cruz, que já garantiu o acesso no Campeonato Paulista da Série A3 com uma rodada da antecedência, as outras três vagas estão em aberto, e todos os sete times ainda têm chances matemáticas. Destes, quatro poderão disputar a Série A2 pela primeira vez: Itapirense, Pão de Açúcar, Grêmio Osasco e Votoraty.
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Os casos mais impressionantes são de Pão de Açúcar e Grêmio Osasco, que poderão conquistar o segundo acesso consecutivo. Os dois times disputaram a Segunda Divisão no ano passado, quando conquistaram o acesso. O PAEC, inclusive, foi o campeão da competição. Com uma estrutura e condição de trabalho invejável, o time de apenas cinco anos alcança a Série A2 com uma simples vitória sobre o Penapolense.
Já a história do Votoraty é um pouco diferente, e o clube fundado em 2005, disputou a Série A3 pela primeira vez em 2007, quando quase conquistou o acesso, assim como no ano passado. Nas duas oportunidades o clube chegou à fase final, mas sucumbiu e acabou morrendo na praia.
A Itapirense é outra equipe que jamais disputou a Série A2. Apesar de fundado em 1947, ficou 37 anos sem atividade, retornando à disputar o Campeonato Paulista somente em 2005. Dois anos mais tarde foi vice-campeão da Segunda Divisão, alcançando a Série A3. Agora, o clube precisa de uma vitória sobre a Francana, além de um tropeço do Votoraty, para comemorar o acesso.
De outro lado, a tradição
Por outro lado, três clubes tradicionais no interior paulista lutam para voltar a Série A2 e reencontrar o caminho do sucesso. Um deles é o XV de Piracicaba, time que possui uma fanática torcida e disputou por muito anos a elite paulista. O Nhô Quim caiu para a Série A3 em 2005, e desde então sempre chega perto do acesso. O clube só precisa de um empate contra o Grêmio Osasco, na última rodada, para voltar à Série A2.
Além do time piracicabano, Francana e Penapolense são outros times de tradição que estão na briga pelo acesso. A missão da Veterana é bem mais difícil, precisando de uma grande combinação de resultados para deixar a Série A3, onde caiu em 2005.





































































































































