A2: Ex-Rio Claro e ex-Ponte Preta deixam a Internacional
Limeira, SP, 30 (AFI) – Sem nenhum ponto na classificação e dividindo as últimas posições do Campeonato Paulista da Série A2, a Internacional tem mais dois problemas para a seqüência da competição. Os alas Baiano e Márcio Loyola rescindiram contrato com o clube.
Baiano disputou a Série C do Brasileiro de 2007 pelo Rio Claro e vinha agradando pelo vigor físico, enquanto Márcio Loyola, ex-Ponte Preta, ainda não tinha mostrado seu valor, uma vez que estava sem liberação do futebol lituano para atuar. Com a saída de Loyola, a Inter ficou sem nenhum lateral-esquerdo no plantel.
O problema deve ser resolvido com a chegada do técnico Michael Robin. O treinador, que será apresentado de forma oficial na tarde desta quarta-feira, deve investir nas posições, trazendo jogadores de sua confiança.
No entanto, a solução pode não ser encontrada antes do confronto de sábado, contra o Santo André, em Limeira. A partida marcará o retorno das transmissões esportivas na Rádio Mix 770 AM.
Somente uma vitória dará tranqüilidade aos jogadores. Foram três derrotas seguidas no Campeonato Paulista da Série A2, resultados que culminaram com a saída do técnico Carlos Alberto Seixas. A situação do time leonino na competição vem preocupando a direção alvinegra. Com a saída de Seixas, alguns jogadores deverão ser liberados.
Mais um a pular fora!
O goleiro Tiago Fernandes também deixou o clube, a equipe ficou sem um goleiro experiente para substituir Fernando, caso o titular venha sofrer uma contusão ou punição. Paulo, que pertence à equipe Sub-20, passou a ser o segundo goleiro. Fernando é o único pendurado da equipe com dois cartões amarelos.
Julgamento
Segunda-feira, o supervisor da Internacional, Almir Dionísio, esteve na Federação Paulista de Futebol, onde conseguiu o adiamento do julgamento que estava marcado para segunda-feira. Dessa forma, a direção leonina terá tempo suficiente para fazer a defesa e tentar reverter a situação.
O Leão foi incurso no artigo 213, que diz: “Deixar de tomar providências capazes de prevenir ou reprimir desordens em sua praça de desporto”. A pena são uma multa de R$ 500,00 a 50.000,00 e a perda do mando de campo de uma a três partidas, provas ou equivalente quando participante da competição oficial.





































































































































