A2: Diretoria do Bota nega qualquer problema com a imprensa

Ribeirão Preto, SP, 23 (AFI) – A diretoria do Botafogo negou qualquer problema com a imprensa em seu estádio e pediu ao Futebol Interior o direito de resposta em relação a matéria publicada pelo jornalista Ederaldo Poy. Nela, o profissional de Araras relata os problemas ocorridos no último sábado no Estádio Santa Cruz.

Confira a posição do Botafogo

A diretoria do Botafogo Futebol Clube vem veementemente contestar osepisódios citados pelo jornalista Ederaldo Poy, no site Futebol Interior. Em nenhummomento houve “clima de guerra” em Ribeirão Preto. São abordagens sensacionalistascomo essas que contribuem para criar hostilidade entre equipes e torcidas.São de conhecimento público as boas condições de segurança do Estádio SantaCruz.

A cordial recepção de imprensa, autoridades e delegações visitantes, realizadapelo Botafogo Futebol Clube, também é elogiada, tanto por colegas de outras cidades eagremiações, como por membros da Federação Paulista de Futebol.Nas tribunas do Santa Cruz, há camarote reservado para a diretoria visitante, ao lado das cabines de imprensa.

Conforme procedimento realizado em todo jogo, no último sábado, foi pedido aos visitantes que fossem contidos em manifestações, emvirtude de estarem rodeados de torcedores do time da casa. Lamentamos e nosdesculpamos se, por ventura, alguns torcedores tiveram conduta inadequada.

Episódios isolados podem ocorrer. Entretanto, ressaltamos que todas as medidas para garantir asegurança de imprensa, diretoria e torcida foram tomadas.Ao final da partida, diretores e imprensa de Araras agradeceram a diretores botafoguenses pela recepção. Estranhamos que, somente agora, tais episódios recebam destaque.
Estranhamos, ainda, reclamações de jogadores sobre o arremesso de objetosdurante o aquecimento se nada foi relatado pela súmula do árbitro. Além do mais, talaquecimento foi realizado no gramado, local que, sabe-se, devido às dimensões doestádio, é distante das arquibancadas e fora do alcance da torcida.Repudiamos qualquer “clima de guerra” no futebol.

Repudiamos, também,insinuações que possam contribuir para qualquer “clima de guerra”. Prezamos pela paz dentro e fora dos gramados. Que o destino de Botafogo e União São João, tradicionaisequipes paulistas, seja decidido unicamente pelo futebol apresentado por elas e não porsubterfúgios extra-campo.