A favor da continuidade, presidente da Ferroviária pede definição sobre Paulistão

O mandatário lembrou que o futebol ajuda a não colapsar o sistema básico de saúde

O mandatário lembrou que o futebol ajuda a não colapsar o sistema básico de saúde

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Araraquara, SP, 18 (AFI) – O presidente Carlos Alberto Salmazo aguarda por um posicionamento sobre a continuidade do Campeonato Paulista. O mandatário é a favor da não paralisação do torneio, mas quer ser informado sobre a realização, ou não, das próximas horas, a começar com os jogos marcados para este final de semana. O Governo de São Paulo vetou as partidas no Estado, o que fez com a Federação Paulista de Futebol (FPF) buscasse alternativas. No entanto, a resistência dos outros Estados atrapalhou a continuidade do torneio.

“Concordamos que o Campeonato tinha que continuar. Temos que achar uma forma para fazer isso acontecer. Claro, obedecendo legislação e decreto do Governo. De uma forma legal dar continuidade no torneio, nos comprometendo com a data final. Ajustes precisarão acontecer. A ideia é trabalhar com um movimento seguro, pensado para a competição siga e tenha a data de encerramento obedecida.

Carlos Alberto Salmazo

Carlos Alberto Salmazo

Araraquara permite que haja treinamento e estamos realizando as atividades como se tivesse jogo. Ainda não temos uma definição sobre os jogos de final de semana. Precisamos de uma posição rápida quanto a isso”, falou o presidente aos Campeões da Bola.

PROTOCOLO
O mandatário reforçou a segurança dos protocolos montados pela Federação Paulista de Futebol, em contato com os clubes. O dirigente usou números para comprovar a eficácia e lembrou que as equipes são importantes para não colapsar o sistema básico de saúde.

“Nosso protocolo é um dos mais seguros. Futebol está há um ano sem público. Todos os envolvidos são testados e tê acompanhamento médico. Se tem menos de 5% de infectados em seu curso de ação, você tem a pandemia controlada. E o futebol está abaixo disso, com 2,2%. O curso de ação do Governo de São Paulo, passa de 30%.

Temos que lembrar também que não usamos o SUS. A gente ajuda a não colapsar o sistema básico de saúde. O clube tem o seu próprio departamento médico”, concluiu.

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