Operário (PR) mostra arrumação; Ponte Preta com Kleina vai caminhar para isso?
Grandes clubes não empolgam na largada da Série B
Operário (PR) mostra arrumação; Ponte Preta com Kleina vai caminhar para isso?
Assuntos não faltam pra abordagem: Gilson Kleina de novo na Ponte Preta, largada do Guarani apenas com empate, e horas e horas de desportistas de olhos ‘grudados’ na televisão, pra dar a necessária espiada sobre qual a ‘cara’ inicial desta Série B do Campeonato Brasileiro.
Treinador Kleina está em baixa, tanto que sequer era cotado para retorno à Ponte Preta.
Com a recusa de outros sondados, como Zé Ricardo, Eduardo Barroca e Mozart, as portas se abriram para ele, que assiste a estreia da equipe em Santa Catarina contra o Brusque, na manhã/tarde deste domingo.
Ultimamente o histórico de Kleina tem sido de demissões. Foi assim na passagem pela própria Ponte Preta em 2017, Coritiba, Avaí, Criciúma e Náutico.
No Criciúma o aproveitamento foi de 38%. No Náutico apenas 33%, mas isso contrasta com histórico positivo na própria Ponte Preta com conquista do acesso ao Brasileirão em 2011 e semifinalista do Paulistão de 2012.
Kleina é o típico gestor de grupo, que sabe controlar bem o ambiente, e geralmente programa seu time para jogar atrás da linha da bola.
Se a casa continuar desarrumada, não estranhem caso se agarre na opção com três volantes.
GUARANI
Futebol tem algumas lógicas por vezes de difícil compreensão de torcedores.
Houve quem cobrasse que o estreante treinador Daniel Paulista colocasse em prática marcação alta na saída de bola do Vitória, no jogo de sexta-feira.
Acertadamente o treinador optou pela marcação meia pressão, a partir da intermediária ofensiva bugrina.
Por que isso?
Porque jogadores de ataque do Guarani apenas cercam, mas não tomam a bola de ninguém.
Quantas vezes você viu essa bola ser ‘roubada’ no campo de ataque, na organização defensiva do adversário?
Se faz marcação alta quando a pressão dá resultado.
Então, que se treine para que atacantes incorporem estilo de desarme, e não apenas cercarem adversários infrutiferamente.
Quando se marca saída de bola, exige-se compactação dos compartimentos, com zagueiros até além do meio de campo.
E com a lerdeza do volante Índio e uma zaga pesada, seria perigoso exposição defensiva, diante do leve e rápido time do Vitória?
LARGADA DA SÉRIE B
Futebol é um troço caprichoso. Apesar de o Cruzeiro perder dois jogadores por expulsão, quem projetaria que o time do Confiança estivesse bem encaixado para vencê-lo por 3 a 1?
A rigor, antes da largada do Brasileiro da Série B o falatório era de favoritismo dos chamados grandes clubes que integram a competição, desconsiderando-se que futebol é no campo, e não peso de camisas e tradições.
Aí viu-se um Vasco mal distribuído em campo e curvando-se ao bem compactado time do Operário (PR), que o venceu por 2 a 0.
Boleirada do Operário tem incorporado a célebre frase do saudoso treinador Gentil Cardoso quando ‘quem pede tem preferência, e quem se desloca recebe’.
Ao se deslocarem com frequência, boleiros do Operário recebiam a bola livre, na maioria das vezes, e isso serviu para dar consistência ofensiva à equipe.
CORITIBA
Futebol do Coritiba na vitória sobre o time alternativo do Avaí por 2 a 0 foi marcada por lentidão na transição ao ataque e nada que empolgasse.
No time coritibano o atacante Waguininho é titular, sem que faça nada diferente dos tempos de Guarani.
Ao manter a base da Série B anterior, o Náutico dá sinais de que possa ser postulante ao acesso, ao vencer o CSA por 1 a 0 na estreia.





































































































































