Após saga, técnico comemora classificação e elogia logística feita pelo Criciúma
Segundo Hemerson Maria, o trabalho feito pelo supervisor de futebol Tiago Neoti na Copa do Brasil foi digno de 'tirar o chapéu'
Segundo Hemerson Maria, o trabalho feito pelo supervisor de futebol Tiago Neoti na Copa do Brasil foi digno de 'tirar o chapéu'
Criciúma, SC, 19 (AFI) – Não foi nada fácil, mas o Criciúma conseguiu se classificar para a segunda fase da Copa do Brasil. Depois de uma ‘verdadeira epopeia’ fora das quatro linhas, o time catarinense não teve vida fácil em campo nesta quinta-feira (18), tanto que ficou apenas no empate sem gols com o Marília-SP e só garantiu vaga por ter tido vantagem de jogar por uma igualdade por ter melhor colocação no ranking nacional de clubes da CBF.
Mesmo tendo dominado boa parte do duelo e criado boas chances, o Criciúma não conseguiu furar a defesa do time paulista, que também mostrou eficiência em seu ataque e deu trabalho para os catarinenses. Mas, vale lembrar, que o duelo foi disputado no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, no Espírito Santo, depois de três mudanças de locais pela CBF, devido a decretos estaduais que proibiam jogos.
Um deles inclusive foi em cima da hora. Inicialmente marcado para a casa do Marília, o Estádio Bento de Abreu, no interior de São Paulo, ele foi transferido para Varginha, em Minas Gerais. Mas, como não continham times mineiros no duelo, o Governo do Estado do MG barrou a realização da partida. Na tarde de terça-feira, quando os dois times já se encaminhavam de ônibus para Varginha, o jogo foi remarcado para Cariacica.
MANDARAM BEM
Fato que fez com que os dois times fossem obrigados a mudar a logística no meio do caminho. Fato que foi elogiado pelo técnico Hemerson Maria após o apito final. Segundo o comandante do Criciúma, o trabalho feito pelo supervisor de futebol Tiago Neoti foi digno de ‘tirar o chapéu.
“Ele fez um excelente trabalho. Dei os parabéns porque está sendo um jogador diferencial da nossa equipe nessa viagem. Muita alternância, de local, horário de jogo, hotel, transporte de ônibus e avião, mas demos conta do recado, graças a Deus”.
Apesar de toda essa saga de 20 horas de viagem, 960 quilômetros de ônibus e 1.185 quilômetros rodados de avião, o Criciúma embolsou mais R$ 675 mil além dos R$ 590 mil que já havia recebido pela participação nesta primeira fase. Na segunda fase, o Criciúma irá enfrentar a Ponte Preta.






































































































































